Imóveis anunciados no Baixo Augusta sobem 172% em 5 anos

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Empreendimento da Requadra no Baixo Augusta foi totalmente comercializado em poucas horas

São Paulo – A região paulistana do Baixo Augusta, conhecida pelos bares, casas noturnas e “inferninhos”, vem vivendo um boom imobiliário e se tornando atraente para os moradores “descolados” de São Paulo. De acordo com o ZAP Imóveis, portal de anúncios imobiliários, o preço dos imóveis anunciados na região subiu 172% de fevereiro de 2008 a abril de 2013.

Na cidade de São Paulo, de janeiro de 2008 a abril de 2013, a variação do preço do metro quadrado anunciado na internet foi de 168,8%, segundo o Índice FipeZap.

De acordo com o ZAP, a região vem sendo bastante procurada por casais sem filhos, solteiros, profissionais liberais, artistas e intelectuais, e mesmo investidores. A localização central, com infraestrutura urbana completa, a grande oferta de transportes e a revitalização de regiões do Centro, como a Praça Roosevelt e a própria Rua Augusta, seriam os fatores que contribuem para essa valorização.

O ZAP cita ainda que, recentemente, dois empreendimentos lançados na região – um da construtora Esser – e outro da Requadra, venderam todas as unidades em apenas algumas horas após o lançamento.

Fonte: Exame

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Brasil só perde para três países em lista de prédios verdes

Ao mesmo tempo em que os imóveis construídos no Brasil estão cada vez menores, os novos empreendimentos também têm ganhado aspectos mais modernos, como a sustentabilidade.

Segundo o último ranking promovido pela Green Building Council Brasil, entidade responsável por difundir o selo Leed (sigla em inglês para Liderança em Energia e Design Ambiental) no país, o mercado de prédios verdes no Brasil continuou como o quarto maior do mundo no primeiro trimestre do ano. Em 2012, o país estava na mesma posição.

Com 682 construções com esta certificação de sustentabilidade, o país ficou em 4º lugar na nova pesquisa, com 2.089.195,20 m² certificados, atrás apenas dos Estados Unidos, China e Emirados Árabes Unidos.

Desde o início do ano, cinco empreendimentos brasileiros receberam o selo Leed e 15 edifícios entraram com pedido de certificação, números que levaram o Brasil à marca de 88 empreendimentos certificados e 682 pleiteando a aprovação.

“A região Sudeste é a mais avançada hoje [no Brasil], mas temos visto o Nordeste despontar no número de edificações que buscam os diferenciais da certificação Leed, com destaque para Pernambuco e Ceará”, apontou Marcos Casado, diretor técnico e educacional do GBC Brasil.

Em 2011, eram 577.617 m² registrados buscando o selo naquela região. No ano passado, este número saltou para 4.006.556 m².

“Só o MBA em construção sustentável tem oito turmas em cinco capitais do Nordeste, o que mostra o interesse pela capacitação”, complementou.

A expectativa da entidade é que, até o final de 2013, sejam 900 empreendimentos registrados e 120 certificados em todo o território nacional.

Ainda segundo o estudo, os Estados Unidos, líderes do ranking, contam com 44.702 prédios registrados e 15.130 certificados, a segunda colocada China tem 1.219 e 338, enquanto os Emirados Árabes, 811 e 70, respectivamente.

Para receber o selo, o empreendimento deve atender critérios dentro de sete categorias: eficiência energética; uso racional de água; materiais e recursos; qualidade ambiental interna; espaço sustentável; inovações e tecnologias e créditos regionais.

Com 682 construções com a certificação de sustentabilidade, o país ficou em 4º lugar na nova pesquisa, com 2.089.195,20 m² certificados

Confira o ranking mundial baseado no número de empreendimentos registrados (certificados + em processo de certificação) pelo selo Leed:

1º EUA
2º China
3º Emirados Árabes Unidos
4º Brasil 
5º Índia
6º Canadá
7º México
8º Alemanha
9º Coreia do Sul
10º Qatar

Fonte: zap.com.br

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Empreendimentos comerciais se tornam oportunidade de bons negócios

Empreendimentos comerciais se tornaram oportunidade de bons negócios e já atraem grupos estrangeiros interessados no mercado de aluguéis

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O aquecimento da construção civil não se restringe a empreendimentos residenciais. Nos últimos anos, prédios comerciais também têm despertado o interesse de construtoras e incorporadoras devido ao aquecimento da demanda do mercado imobiliário. E as perspectivas são animadoras, com previsão de crescimento da oferta de empreendimentos corporativos para vários perfis de investidores.


Um dos motivos para o otimismo é que o Brasil está atraindo cada vez mais investimentos estrangeiros, como revela o diretor da Torres Miranda Arquitetura, Maurício Miranda: “Com a chegada de sucursais de empresas multinacionais, cresceu a demanda por projetos de edifícios corporativos na capital mineira.” Segundo o arquiteto, a procura por prédios comerciais aumentou consideravelmente na última década. “Os projetos mais procurados são relativos a empreendimentos de andares corridos, em bairros centrais e da Zona Sul ou mais próximos da Linha Verde e do Centro Administrativo”, informa.

O gerente de Negócios da Construtora Escala Adimilson Moura, confirma o crescimento do setor. “No Brasil, não há estatísticas sobre esse aumento, pois muitos dos empreendimentos são edificados com recursos próprios. Mas posso afirmar que os imóveis comerciais acompanham o ritmo do varejo, que nos últimos anos foi de contínuo crescimento”, diz. Segundo destaca, esse aumento foi impulsionado pela forte procura. “O interesse das incorporadoras está diretamente relacionado à demanda de mercado. O movimento nos últimos dois anos na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) fez com que o setor comercial ganhasse força e chamasse a atenção das empresas”, completa.

De acordo com o diretor comercial da Direcional Engenharia, Guilherme Diamante, a demanda aumentou em resposta à estabilidade econômica e à redução da taxa de juros. “No último ano, mais especificamente, aumentou a procura por empreendimentos comerciais. Em Belo Horizonte, a economia passa por uma ótima fase e funciona como um atrativo para o investidor comprar um imóvel, o que é mais lucrativo do que deixar o dinheiro aplicado. Além disso, o aumento da demanda no segmento de aluguéis surgiu como forte incentivo para o investimento em imóveis comerciais.”

A construção desse tipo de empreendimento, que já foi mais lento no passado, agora tem atraído a atenção das construtoras, observa o presidente da Lar Imóveis, Luiz Antônio Rodrigues. “A demanda sempre existiu e, devido ao alto valor do aluguel, muitos se voltaram para investimentos nesse nicho. O mercado é bom e promissor: há demanda e pouca oferta. Além disso, o custo para construir um imóvel comercial é menor do que o residencial, com retorno financeiro maior.”

Quem já aposta nesse segmento há 30 anos é o empresário Frank Sinatra Chaves, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Contagem. Para isso, foi escolhida a RMBH, que ele vê como promissora. “O que despertou meu interesse por imóveis comerciais foi o desenvolvimento de Contagem e a lucratividade do ramo. A valorização e a rentabilidade do mercado são as grandes vantagens de investir nesse segmento”, destaca Chaves.

Investimento com retorno garantido 
Advogados, dentistas e médicos estão entre os que mais procuram imóveis para montar escritórios e consultórios

Maior possibilidade de rendimentos com a locação é o principal atrativo para quem pensa em investir em imóveis comerciais. É que observa o gerente de Negócios da Construtora Escala, Adimilson Moura. Segundo ele, “enquanto um residencial gera ganho médio de 0,4% ao mês, no comercial o retorno é de 0,7%. O segundo aspecto é o crescimento da demanda de profissionais liberais, como advogados, dentistas e médicos, entre outros, por escritórios, resultado do aquecimento da economia e da necessidade de ampliação de negócios”, constata.

A política econômica financeira em equilíbrio foi apontada também por Luiz Antônio Rodrigues, presidente da Lar Imóveis, como fator predominante nesse movimento observado no mercado imobiliário. “É isso que atrai investidores estrangeiros e empresas internacionais a investir no mercado nacional. Com isso, surgem novas empresas, enquanto as já existentes ampliam negócios e se expandem. Como consequência, as novas organizações precisam de lugar para se instalar e buscam esse perfil de imóvel no mercado.”

O resultado é a grande procura por locações comerciais que possibilitam o retorno financeiro acima das aplicações do mercado de capitais, segundo assegura o presidente da Lar Imóveis. “Entre as regiões mais procuradas para se investir nesse segmento estão a Zona Sul de Belo Horizonte, a área hospitalar e cidades como Nova Lima, Lagoa Santa, Brumadinho, Vespasiano e Contagem.”

Segundo Adimilson Moura, em virtude da diversificação do mercado, os bairros de classe média oferecem boas possibilidades de empreendimentos comerciais, de menor porte e focados em determinados segmentos. Quanto às cidades que circundam a capital mineira, ele aponta como de perfil interessante Contagem, Betim e Santa Luzia.

Aliás, a localização é um dos fatores mais importantes a serem considerados quando se decide investir em imóveis comerciais. “Além do retorno de locação e facilidade de revenda, é preciso estar atento, ainda, ao perfil da empresa que está construindo o empreendimento, idoneidade e compromisso com o cliente. Tomados esses cuidados, as perspectivas são bastante interessantes, pois temos uma margem de crescimento para empreendimentos comerciais para atendimento de vários perfis de renda”, diz Moura.

AVALIAÇÃO 
Aspectos estéticos, funcionais e de sustentabilidade nunca devem ser esquecidos, observa Guilherme Diamante, da Direcional. “Hoje, principalmente, o que mais deve ser levado em consideração é se o prédio é moderno, se vai permitir baixa manutenção, oferecer racionalidade do consumo de energia elétrica, se existe vaga de garagem ou estacionamento rotativo próximo, entre outros quesitos.” Somado a isso, um aluguel acessível, condizente com a realidade do mercado, e boa localização fazem toda a diferença.

“Quem vai investir em um imóvel comercial precisa conhecer a demanda para esse segmento”, ressalta Diamante. Na hora de fechar o negócio, é importante avaliar se toda a documentação da empresa está em dia, analisar o contrato e a aprovação de projetos. “São cuidados básicos para adquirir qualquer imóvel”, diz. Locais com grande fluxo de pessoas e veículos, boa visibilidade e vizinhança com variados nichos de negócios são aspectos positivos a serem considerados para a compra de um imóvel comercial, aconselha Rodrigues. Feito isso, é preciso obter informações sobre a empresa responsável pela edificação do empreendimento.

“É importante buscar referências sobre a saúde financeira da construtora, consultar um assessor jurídico com especialidade em direito imobiliário e escolher uma imobiliária credenciada pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci) para evitar aborrecimentos futuros. Considerados todos esses fatores, o investimento tem grandes possibilidades de retorno favorável”, reforça ele.

De maneira geral, segundo destaca Rodrigues, “as perspectivas são ótimas, a demanda é crescente e continuará por muito tempo assim, visto que grandes investidores da região e de fora estão focados em Belo Horizonte e no seu entorno. Um dos fortes atrativos está nas companhias mineradoras localizadas nas proximidades da capital, que, com certeza, aumentarão o interesse por grandes investimentos imobiliários.”

Fonte: Lugar Certo

(Estaminas/LugarCerto)

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Horário estendido de lazer

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Sem qualquer discussão polêmica, as áreas comuns dos condomínios, tais como piscina e academia, funcionam das 8h às 22h, em obediência ao regulamento interno. Essa sempre foi a fórmula mágica para agradar aos usuários das áreas comuns, sem incomodar aqueles que pretendem descansar, em obediência à “lei do silêncio”.

A vida mudou, sobretudo nos grandes centros. As pessoas trabalham até mais tarde, cumprem jornadas diferentes, estudam à noite e ainda sofrem com o trânsito. É comum sair de casa às 7h e voltar somente às 23h. Os condomínios também mudaram, e as áreas comuns de lazer e esporte ganharam importância nos projetos. Elas passaram a ser uma opção segura e econômica de saúde, relaxamento e bem-estar.

Diante desse cenário, surge um desafio aos síndicos: como possibilitar a plena utilização das áreas de lazer, em horários alternativos, sem perturbar o sossego dos outros?

A resposta é simples e passa por três conceitos elementares para a convivência: bom senso, respeito ao próximo e regras. Para acompanhar a evolução da sociedade, os condomínios precisam achar uma saída inteligente de flexibilização dos horários das áreas comuns.

O primeiro passo é fazer uma pesquisa com os moradores, para identificar a real demanda. Em seguida, identificar os espaços onde a flexibilização de horário é viável. Por exemplo, uma quadra de futebol descoberta e bem abaixo da janela dos apartamentos é muito diferente de uma sala de ginástica fechada ou de uma piscina coberta e aquecida. Selecionados os espaços, é recomendável um estudo para medidas de isolamento acústico.

Por fim, o novo horário de utilização das áreas comuns deve ser discutido em assembleia geral e, uma vez aprovado, ser inserido no regulamento interno.

Fica aqui uma dica importante. O novo horário deve ser aprovado em caráter provisório, para testes durante alguns meses. Em nova assembleia, os moradores poderão, com mais elementos, votar pela manutenção do novo horário, agora em caráter definitivo, ou então pela volta ao horário tradicional. Tudo dependerá do uso racional e responsável dos espaços.

Fonte: Folha

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Um ajuste saudável do mercado imobiliário

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Entre o último trimestre de 2012 e o primeiro trimestre de 2013, os preços do metro quadrado de imóveis novos com um e dois dormitórios postos à venda na cidade de São Paulo recuaram 7,8%, em média, segundo a Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). Há razões para esse ajuste de preços, que não é generalizado e tem seu lado positivo.

Desde meados da década passada os preços dos imóveis residenciais da capital subiram continuadamente, só começando a arrefecer no ano passado. Ainda assim, as ofertas, medidas pelo índice de preços de venda Fipe-ZAP, mostram evolução positiva, ainda que em porcentuais declinantes, dos valores pedidos.

Reportagem de Márcia de Chiara, no Estado de domingo, mostrou que nos últimos meses construtoras de porte adotaram uma política de liquidação de estoques de imóveis. É uma situação incomum, que se deve ao custo de manutenção de empreendimentos financiados e à incerteza quanto à valorização das propriedades no médio prazo.

Além do mais, é usual a demora nas vendas de imóveis mal localizados ou que recebem menos sol. Há, ainda, devoluções de imóveis por compradores que não comprovaram ter a renda necessária para financiar a aquisição.

O mercado imobiliário depende, ainda, do estado da economia. Com o crescimento baixo do Produto Interno Bruto (PIB), as construtoras têm de fazer lançamentos com planejamento redobrado, enquanto os compradores potenciais temem a perda do emprego ou da renda real, ainda que a situação conjuntural pareça favorável. Afinal, os financiamentos imobiliários são contratados por longo prazo, até 30 anos.

Mas estudo recente preparado pelo departamento econômico do Grupo Itaú mostrou que as expectativas dos empresários imobiliários continuam favoráveis e que alguns segmentos – como o de shopping centers – vivem um momento auspicioso, beneficiando-se com o consumo aquecido.
A estabilização dos preços dos imóveis deve ser vista como positiva, tanto para incorporadores quanto para compradores. A estabilização de preços, ademais, não é generalizada, pois nos bairros onde há poucas áreas edificáveis a demanda tende a superar a oferta. O déficit habitacional, além disso, continuará alto por muitos anos.

O maior inimigo de construtores e mutuários é a inflação, que pressiona custos e gera incerteza num setor que tem de olhar o longo prazo.

Fonte: O Estado de São Paulo (economia & negócios)

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Saiba quais são os documentos necessários para a compra de imóvel

docs

Quem tem planos de comprar a casa própria precisa estar atento a uma série de documentos. Eles servem para mostrar tanto a situação do imóvel (se o IPTU e o condomínio estão em dia, por exemplo) como de quem está fazendo a venda (se a empresa tem dívidas, por exemplo).

 Documentos do vendedor (pessoa jurídica)

Mostram a situação da empresa com relação a registros e dívidas.

  • Cópia autenticada do contrato social ou estatuto social na Junta Comercial
  • Documentação registrada na Junta Comercial de quaisquer alterações contratuais ou estatutárias
  • Carta com data da última alteração do contrato ou estatuto
  • Certidão negativa de débito com o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS)
  • Certidão negativa de débitos estaduais obtida na Secretaria de Estado da Fazenda
  • Certidão negativa de ações na Justiça do Trabalho
  • Certidão negativa de ações na Justiça Federal

Documentos do imóvel
Mostram se existem dívidas atreladas ao imóvel e se ele está devidamente registrado.

  • Cópia autenticada da escritura definitiva em nome dos vendedores, registrada no Cartório de Registro de Imóveis
  • Certidão negativa vintenária de ônus reais. Este documento traz todo o histórico do imóvel nos últimos 20 anos e especifica se existe alguma dívida
  • Registro de ações reipersecutórias e alienações (para saber se o imóvel foi vendido informalmente a alguém). O documento é emitido pelo Cartório de Registro de Imóveis
  • Certidão negativa de impostos expedida pela prefeitura ou cópia do carnê de imposto predial dos últimos cinco anos
  • Cópia autenticada do IPTU do ano, acompanhada de parcelas pagas até a data do negócio, expedida pela prefeitura
  • Averbação da construção junto ao Cartório de Registro de Imóveis
  • Planta do imóvel aprovada pela prefeitura ou croqui com dimensões, assinado pelo engenheiro ou arquiteto com respectivo número do Crea (registro profissional)
  • Certidão negativa de débitos condominiais (em caso de apartamento)

Imóvel em inventário
Imóveis deixados de herança para alguém precisam de autorização especial para a venda. Os documentos são:

  • Caso haja um menor de idade como herdeiro, é necessária autorização de venda pelo Ministério Público
  • Cópia autenticada do atestado de óbito
  • Cópia autenticada do formal da partilha, documento do qual constam o imóvel e os herdeiros
  • Certidão negativa vintenária de ônus reais

Contrato de compra de venda
Deve ser feito com acompanhamento de advogado especialista na área e deve conter:

  • Todas as informações dos compradores e vendedores, como nome completo, RG, CPF, título de eleitoral, profissão e estado civil
  • Valor total do imóvel
  • Forma de pagamento
  • Valor dado como sinal
  • Período das parcelas pagas e taxas de juros envolvidas
  • Multas envolvidas em caso de rescisão de contrato, atraso na entrega do imóvel ou entrega do imóvel em condições diferentes daquelas conhecidas e negociadas
  • Comissão da imobiliária
  • Caso o imóvel seja vendido com alguma mobília, os itens também devem constar do documento

Fonte: economia.uol.com.br 

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Feirão da Casa Própria movimenta R$ 4,6 bi em SP e Fortaleza

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São Paulo – O Feirão da Casa Própria movimentou R$ 4,68 bilhões e registrou 30,2 mil negócios assinados e encaminhados entre os dias 3 e 5 de maio, período em que o evento foi realizado pela Caixa Econômica Federal nas cidades de São Paulo e Fortaleza.

A capital paulista contabilizou R$ 3,20 bilhões em negócios e recebeu mais de 52 mil visitantes. Já a capital cearense registrou R$ 1,48 bilhão de contratos e mais de 26 mil visitantes, segundo balanço divulgado pelo banco estatal.

O Feirão passará por um total de 13 cidades até 16 de junho. Os próximos locais a receber o evento são: Brasília, Uberlândia, Curitiba, Salvador e Rio de Janeiro, entre 17 e 19 de maio; Florianópolis, Porto Alegre e Belo Horizonte, de 24 a 26 de maio; e Belém, Recife e Campinas de 14 a 16 de junho.

A Caixa estima que o Feirão deva totalizar entre R$ 14,6 bilhões e R$ 15,2 bilhões em negócios em 2013, o equivalente a um aumento de 20% a 25% na comparação com 2012, quando o evento movimentou R$ 12,2 bilhões.

Neste ano, o banco está oferecendo pagamento da primeira prestação em janeiro de 2014 para as contratações de financiamento imobiliário realizadas durante o período do Feirão, nos meses de maio e junho.

A condição é válida para financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), adquiridos no Feirão ou em uma das agências bancárias.

Fonte: Exame / Estadão (conteúdo)

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Feirão da Caixa começa nesta sexta em São Paulo e em Fortaleza

Serão oferecidos mais de 136 mil imóveis em SP e 20 mil em Fortaleza.
Caixa vai oferecer crédito para começar a pagar em janeiro de 2014.

A Caixa Econômica Federal promove a partir desta sexta-feira (3), até domingo (5), o 9º Feirão da Casa Própria em São Paulo (SP) e Fortaleza (CE). No evento, os consumidores poderão comprar imóveis novos, usados e em construção oferecidos por imobiliárias e construtoras.

Em São Paulo serão oferecidos mais de 136 mil imóveis. O visitante possuirá como opção de compra 54.883 imóveis novos ou em construção e 81.897 imóveis usados, distribuídos pelas regiões de São Paulo, Grande São Paulo e Baixada Santista. Segundo a Caixa, os preços dos imóveis à venda variam de R$ 100 mil a R$ 1,67 milhão. Clique aqui para ver a lista de imóveis novos do feirão.

Em Fortaleza, serão oferecidos mais 20 mil imóveis, com preços entre R$ 100 mil a R$ 1,2 milhão. Em 2012, mais de 19 mil pessoas visitaram o feirão da Caixa na capital cearense, quando foram assinados e encaminhados 8.093 negócios, o equivalente a mais de R$ 1 bilhão.

Financiamento poderá ser pago a partir de janeiro

A Caixa anunciou que quem adquirir o financiamento imobiliário no período da realização dos feirões poderá começar a pagar a primeira prestação em janeiro de 2014.

A condição é valida para financiamentos com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).

Segundo o vice-presidente de Habitação da Caixa, José Urbano Duarte, a condição especial será oferecida também pelas agências do banco para todos os clientes, mas será, inicialmente, exclusiva para os meses de maio e junho.

Com relação às taxas de juros, as condições permanecem as mesmas praticadas atualmente no banco. Para os imóveis de até R$ 500 mil, os juros praticados atualmente pela Caixa variam de 7,7% ao ano a 8,85% ao ano, para uma prazo de até 360 meses.

agenda

Caixa irá promover feirões de imóveis em 13 cidades entre maio e junho (Foto: Reprodução/Caixa)

Cronograma dos feirões

Até junho, o 9º Feirão da Caixa da Casa Própria acontecerá em 13 cidades do país. A previsão da Caixa é que o número de imóveis ofertados nos feirões seja superior a 400 mil.

Para todos os feirões, a previsão da Caixa é que o volume de negócios fique de 20% a 25% acima dos R$ 12,2 bilhões movimentados em 2012.

As primeiras cidades a receberem o feirão este ano serão São Paulo e Fortaleza, entre os dias 3 e 5 de maio. Brasília, Uberlândia, Curitiba, Salvador e Rio de Janeiro terão o evento entre os dias 17 e 19 de maio. De 24 a 26 de maio, chega a vez de Florianópolis, Porto Alegre e Belo Horizonte. As últimas cidades a receber o evento serão Belém, Recife e Campinas, entre os dias 14 e 16 de junho.

No site da Caixa é possível fazer uma simulação do valor do financiamento imobiliário.

Fonte: G1

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Projetos residenciais apostam no Retrofit para valorizar estrutura do imóvel

O advogado Guilherme Testa acompanha de perto esta técnica que preserva o patrimônio histórico e arquitetônico de São Paulo.

advogado590

Quem lida com construção, arquitetura e decoração sabe muito bem que o Retrofit é um dos termos mais utilizados ultimamente. No Brasil, significa reformar, customizar, adaptar fazendo com que o imóvel seja utilizado novamente, com o conforto e padrões exigidos pelo cliente. Mas será que vale a pena fazer tudo isso ao invés de levantar um novo imóvel? O “Retrofit” tem sido amplamente empregado no sentido de renovação ainda mais que, no mundo da construção, a arte de retrofitar está diretamente ligada à preservação da memória e da história que o imóvel carrega. A principal motivação do termo é revitalizar prédios antigos e adaptá-los às tecnologias avançadas, preservando o patrimônio histórico e arquitetônico.

Em São Paulo temos três exemplos de imóveis que usaram o método de Retrofit: O Paulista 2028, Sesc Paulista e o Centro Empresarial de São Paulo. Os residenciais também apostam nesta técnica de modernização, como prédios no bairro de Higienópolis e do Centro. O advogado Guilherme Testa atribui justificativas para isso, como o aumento dos preços dos terrenos e da construção; diminuição extrema das áreas livres da cidade e valorização das estruturas em bairros tradicionais de São Paulo.
  Sugestão de pauta desenvolvida por Guilherme Testa, advogado responsável pelo segmento de Direito Imobiliário do escritório “Carvalho, Testa & Antoniazi Advogados”. Testa presta acessória jurídica visando a estruturação de negócios imobiliários dos mais variados tamanhos, tanto urbanos quanto rurais, permeando transações que envolvam locações, shoppings centers, incorporações, loteamentos, negócios agrários e operações atípicas como ‘buit-to-suit’ e ‘sale-and-leaseback’.

Fonte: portalvgv.com.br

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Rio tem o aluguel de escritório mais caro das Américas

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Alugar um escritório no Rio tem o terceiro maior custo mundial

São Paulo – A consultoria imobiliária Cushman & Wakefield divulgou sua pesquisa anual de custos de aluguel de escritórios pelo mundo e apontou que a cidade do Rio de Janeiro tem os preços mais altos das Américas. No ranking mundial, o Rio também figura nas alturas: ocupa a terceira posição, atrás apenas de Londres e Hong Kong.

A comparação foi feita entre as cidades mais caras de 63 países. Ou seja, como Rio de Janeiro apresentou preços mais altos que São Paulo, foi utilizado na comparação mundial, deixando a capital paulista de fora da lista.

Segundo a pesquisa, os preços no Rio de Janeiro para alugar um escritório giram em torno de 1.343 euros por metro quadrado por ano, equivalente a cerca de 3.514 reais. O estudo também mostrou que a região mais cara na cidade é a zona sul.

Confira a comparação entre os endereços comerciais mais caros em cada país, segundo a Cushman & Wakefield:

Colocação atual Colocação em 2012 País Cidade Custo total de ocupação (metro quadrado por ano)
Reino Unido Londres 2.137 euros
Hong Kong Hong Kong 1.505 euros
Brasil Rio de Janeiro 1.343 euros
Índia Nova Déli 1.324 euros
Japão Tóquio 1.274 euros
Rússia Moscou 1.141 euros
China Pequim 1.074 euros
Estados Unidos Nova York 1.052 euros
Austrália Sydney 992 euros
10º 10º França Paris 915 euros
11º 13º Noruega Oslo 777 euros
12º 12º Suíça Genebra 729 euros
13º 14º Luxemburgo Luxemburgo 703 euros
14º 11º Cingapura Cingapura 691 euros
15º 17º Cazaquistão Almaty 623 euros
16º 16º Suécia Estocolmo 606 euros
17º 20º Turquia Istambul 593 euros
18º 15º Itália Milão 583 euros
19º 19º Alemanha Munique 533 euros
20º 42º Colômbia Bogotá 530 euros
21º 21º Emirados Árabes Unidos Abu Dhabi 508 euros
22º 22º Holanda Amsterdam 500 euros
23º 18º Vietnam Cidade de Ho Chi Minh 493 euros
24º 23º Líbano Beirute 485 euros
25º 28º Taiwan Taipei 449 euros
26º 45º Indonésia Jacarta 448 euros
27º 27º Israel Tel Aviv 448 euros
28º 30º Venezuela Caracas 446 euros
29º 29º Canadá Vancouver 445 euros
30º 25º Espanha Madri 439 euros
31º 26º Irlanda Dublin 437 euros
32º 36º Finlândia Helsinque 432 euros
33º 33º Polônia Varsóvia 415 euros
34º 35º Coreia do Sul Seul 412 euros
35º 32º Bélgica Bruxelas 405 euros
36º 31º Nova Zelândia Auckland 401 euros
37º 34º Ucrânia Kiev 390 euros
38º 37º Malásia Kuala Lumpur 384 euros
39º 24º Grécia Atenas 351 euros
40º 38º Hungria Budapeste 343 euros
41º 41º República Tcheca Praga 339 euros
42º 39º Romênia Bucareste 339 euros
43º 43º Áustria Viena 336 euros
44º 40º Dinamarca Copenhague 330 euros
45º 46º México Cidade do México 322 euros
46º 49º Chile Santiago 308 euros
47º 44º Argentina Buenos Aires 304 euros
48º 48º Portugal Lisboa 290 euros
49º 51º Filipinas Manila 271 euros
50º 50º Eslováquia Bratislava 253 euros
51º 47º Bahrein Manama 241 euros
52º 54º Tailândia Bangkok 241 euros
53º 56º Eslováquia Liubliana 234 euros
54º 52º Lituânia Vilnius 231 euros
55º 59º Peru Lima 223 euros
56º 53º Croácia Zagreb 222 euros
57º 58º Sérvia Belgrado 215 euros
58º 55º Estônia Talim 207 euros
59º 57º Jordânia Amã 206 euros
60º 60º Letônia Riga 192 euros
61º 61º Bulgária Sofia 177 euros
62º 63º Equador Quito 144 euros
63º 62º África do Sul Sandton 134 euros
 

Fonte: Exame

 

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Vendas da Cyrela devem seguir ritmo de lançamentos em 2013

“Esperamos um crescimento relevante de lançamentos em 2013, mas não vamos chegar ao mesmo nível de 2011, por exemplo”, disse o vice-presidente financeiro da construtora.

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Cyrela, edifício Nova América: embora tenha optado por não traçar metas operacionais, a Cyrela reforçou a decisão de priorizar a rentabilidade da empresa ao divulgar projeção apenas para margem bruta.

São Paulo – A Cyrela Brazil Realty deve entregar neste ano crescimento significativo no nível de lançamentos, com as vendas avançando na mesma proporção, ao mesmo tempo em que volta o foco da empresa para a rentabilidade.

“Esperamos um crescimento relevante de lançamentos em 2013, mas não vamos chegar ao mesmo nível de 2011, por exemplo”, disse o vice-presidente financeiro da construtora e incorporadora, José Florêncio Rodrigues, em teleconferência com jornalistas nesta sexta-feira. “As vendas devem crescer na mesma forma, acompanhando os lançamentos.” A companhia optou por não traçar estimativas para vendas e lançamentos em 2013. No ano passado, a Cyrela chegou a reduzir duas vezes a previsão estabelecida para vendas contratadas, que fecharam 2012 em 6 bilhões de reais, no piso da nova meta.

Sem especificar números, Florêncio afirmou que a companhia pode “lançar um pouco mais que o mercado, que vai crescer como um todo”.

Mais cedo, em teleconferência com analistas, o diretor de operações da empresa, Raphael Horn, disse que a Cyrela espera ter entre abril e junho lançamentos no mesmo nível do primeiro trimestre. De janeiro a março, a companhia lançou oito empreendimentos nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

“O mercado pode esperar no resto do semestre a continuação desse ritmo de lançamentos”, afirmou.

A empresa está acelerando o passo para executar projetos antes previstos para 2012, quando o setor imobiliário teve o ritmo de lançamentos prejudicado pela demora na aprovação de novos empreendimentos por parte das prefeituras, principalmente em São Paulo. A Cyrela, por exemplo, teve de adiar para o início deste ano lançamentos programados para o final do ano passado.

“A situação vem melhorando”, disse Horn, mencionando a nova gestão municipal (de São Paulo) e o avanço do processo de aprovação eletrônica.” Ainda sobre os lançamentos, a Living –braço da Cyrela para o segmento econômico– deve responder por cerca de 30 por cento do total, segundo os executivos.

Foco em rentabilidade

Embora tenha optado por não traçar metas operacionais, a Cyrela reforçou a decisão de priorizar a rentabilidade da empresa ao divulgar projeção apenas para margem bruta.

A companhia estima margem bruta entre 31 e 35 por cento neste ano, após ter encerrado 2012 em 30,9 por cento.

“A margem apresentada é sustentável… e a margem em 2013 ficará contida nesse ‘guidance’”, afirmou Florêncio. “Não há nenhum motivo extraordinário para o aumento (da margem). À medida que vão saindo projetos do legado antigo, da safra de 2008, a margem vai aumentando”, acrescentou.

A Cyrela apresentou na véspera lucro líquido de 160 milhões de reais para o quarto trimestre, queda anual de 11,6 por cento. Em 2012 como um todo, o lucro cresceu 14,7 por cento, para 571 milhões de reais.

“O resultado da Cyrela não trouxe surpresas, já que era esperado fraco desempenho no quarto trimestre. Mas a tendência de recuperação de margens e redução de endividamento é mais importante”, afirmou a equipe da Planner, em relatório.

Às 14h50, a ação da Cyrela subia 4,67 por cento, a 16,79 reais, enquanto o Ibovespa subia 0,13 por cento.

Fonte: Exame

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Vetor Norte de BH terá aporte de R$ 1,5 bi

Cidade da Cultura, projetada pelo grupo Design Resorts, contará com área total de 700 mil metros quadrados.

No segundo semestre de 2015 devem entrar em operação os três primeiros empreendimentos da Cidade da Cultura, ambicioso projeto a ser implantado no Vetor Norte da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Idealizado pelo grupo europeu Design Resorts, o complexo reunirá parques aquático e de diversão, arena multiuso, museus e galerias de arte, instituições de ensino e residências, além de lojas e escritórios, em uma área contígua ao Resort Reserva Real, já em fase de ocupação.

Segundo o presidente do Design Resorts, José Miguel Martins, a Cidade da Cultura prevê investimentos de R$ 1,5 bilhão. Para viabilizar o projeto, que deve ser desenvolvido no prazo médio de dez anos, o grupo busca investidores nacionais e internacionais. Os primeiros empreendimentos, que começam a ser construídos no primeiro semestre de 2014, são uma faculdade de medicina, um hospital e um parque de diversões.

Apresentado ao mercado em fevereiro deste ano, o projeto foi idealizado em 2012, quando Martins, que dirige o maior empreendimento imobiliário de Minas, o Resort Reserva Real, constatou o potencial de crescimento do Vetor Norte. Segundo ele, a área total da Cidade da Cultura será de 700 mil metros quadrados, sendo que na primeira fase serão ocupados 70 mil metros quadrados. Com a execução de todo o projeto, a expectativa é de que o conjunto seja responsável pela geração de 5 mil empregos diretos e indiretos.

Dos 700 mil metros quadrados de área total, cerca de 105 mil metros quadrados serão destinados a áreas de lazer, cultura, conhecimento e compras. Um espaço multieventos, adequado para realização de shows e exposições, terá 10 mil metros quadrados, com capacidade para 5 mil pessoas. A cidade universitária (cujo nome do grupo Martins preferiu não revelar por enquanto), ocupará, ao todo, 27 mil metros quadrados. Também estão previstos os parques Cidade Kids, um parque de aventura radical, um parque aquático e uma boate de 2 mil metros quadrados, além de quatro praças.

Uma delas, denominada Praça Brasil, “terá as mesmas proporções da piazza Navona, em Roma”. Serão 10 mil metros quadrados de área, circundada por prédios cujas fachadas serão reproduções de edificações tombadas pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). “Teremos ali exemplares de todo o país, como as residências de Jorge Amado, de Carlos Drummond de Andrade, de Chica da Silva”, explica Martins. Segundo ele, esse espaço será destinado a compras e entretenimento, um open mall, com livrarias, bares e restaurantes.

A Cidade da Cultura terá ainda outras três praças: a das Nações (2,4 mil metros quadrados); a praça da Lagoa, com 6 mil metros quadrados, e a Praça Pôr-do-sol, com 22 mil metros quadrados. No segmento de negócios, está previsto um espaço de 265 mil metros quadrados, destinado a escritórios e habitações, além de um centro comercial, mega stores, um estacionamento com 7 mil vagas, além de um parque de exposições e arena multiuso que terão 50 mil metros quadrados.

Turismo de negócios – Com esses equipamentos, observa Martins, a RMBH finalmente poderá colocar em prática a sua vocação para o turismo de negócios. “O Expominas e o Minascentro já estão com sua capacidade de ocupação esgotada”, considera. Para dar suporte aos empreendimentos, será construído o hotel Twist Inn Reserva Real, com 204 apartamentos, e o Hotel Fazenda Canto da Siriema, com 600 apartamentos.

Na área de expansão, estão previstos mais 307 mil metros quadrados para escritórios e habitações, além do Hotel Low Cost, com 400 apartamentos e um estacionamento com 3 mil vagas. “Acreditamos que em dez anos todo esse projeto estará consolidado”, projeta Martins. Para ele, esse empreendimento, assim como o Resort Reserva Real, contribue com o projeto do governo estadual de transformar o Vetor Norte em um polo de desenvolvimento socioeconômico, com foco na chamada nova economia, formada por setores como o de biotecnologia, informática e aeroespacial.

“Acreditamos que, até 2015, todas as estradas que garantirão mobilidade no Vetor Norte, incluindo as que darão acesso ao Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, estarão prontas”, anuncia. Os investimentos em obras do complexo viário, anunciados pelo Estado, são da ordem de R$ 570 milhões.

Fonte: DiarioDoComercio

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Imóvel novo custa em média 350 mil reais na zona norte de SP

Imobiliária Lopes divulga pesquisa que mostra comportamento do mercado imobiliário da zona norte nos últimos três anos.

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Vista da zona norte, a partir do Parque da Cantareira: Santana é o bairro com metro quadrado mais caro na região.

São Paulo – Os imóveis novos na zona norte da cidade de São Paulo custaram em média 350 mil reais nos últimos três anos, segundo pesquisa da consultora de lançamentos imobiliários Lopes, que mostra como se comportou o mercado imobiliário da região no período.

O Valor Geral de Vendas (VGV) – somatória do valor potencial de vendas de todas as unidades de um empreendimento construído – dos últimos três anos soma 4,6 bilhões de reais. No período, foram lançados 115 empreendimentos verticais, totalizando 13.235 unidades. 

Segundo a pesquisa, a região, que é delimitada pela Serra da Cantareira e pela Marginal Tietê, tem área e capacidade de lançamento limitadas, mas tem sido bastante buscada principalmente por consumidores que já são da região, que representam 85% dos compradores.

Atualmente, 43% dos lançamentos estão totalmente vendidos e dos 13.235 apartamentos lançados nos últimos três anos, 1.826 estão em estoque (14%).

Entre as unidades lançadas, 42% foram apartamentos de médio padrão, 24% de alto padrão, 30% de padrão econômico e 4% de altíssimo padrão.

O estudo também mostra que a Zona Norte tem baixa participação no total de unidades lançadas em toda a cidade: a região corresponde a apenas 12% dos 109 mil apartamentos lançados em São Paulo no último triênio.

Veja a seguir o preço médio do metro quadrado praticado nos últimos três anos por bairro:

Zona de Valor Preço m²
SANTANA R$ 7.400
CASA VERDE R$ 7.020
TREMEMBÉ R$ 6.230
VILA GUILHERME R$ 6.140
VILA MARIA R$ 6.080
PIRITUBA R$ 5.770
TUCURUVI R$ 5.590
MANDAQUI R$ 5.440
FREGUESIA DO Ó R$ 4.870

Segundo o estudo, o bairro mais procurado para compra de imóveis na região é Santana, mas também são bastante desejados os bairros Tremembé, Pirituba, Casa Verde, Vila Maria, Freguesia do Ó e Vila Guilherme.

E uma pesquisa anteriormente realizada pela Lopes com 924 entrevistados mostrou que a maior demanda na região é por apartamentos de até 500 mil reais, de dois e três dormitórios.

Fonte: exame.abril.com.br

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Imóvel comercial rendeu mais que renda fixa em 2012

Simulação realizada a partir de pesquisa sobre a imobiliária Lello mostra que o aluguel de imóveis comerciais cumpriu a missão de render mais que a poupança e o Tesouro.

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São Paulo – Uma pesquisa da imobiliária Lello mostrou que, em 2012, os imóveis comerciais renderam um aluguel bruto médio de 0,8% ao mês. Com o desconto da taxa de administração imobiliária (que na Lello é de 8% sobre o valor do aluguel) e de imposto de renda para a faixa mais alta de rendimentos com aluguéis (27,5%), o retorno médio líquido foi de algo como 0,53% ao mês, ou 6,55% no ano. O rendimento supera o rendimento das aplicações de renda fixa comparáveis.

A pesquisa foi feita com base na carteira de 9 mil imóveis comerciais sob administração da Lello. O retorno líquido de 0,53% foi calculado da seguinte forma: imagine um imóvel comprado por 625 mil reais. Se o retorno do aluguel foi de 0,8%, isso significa que seu proprietário recebeu 5 mil reais brutos por mês. Considerando o desconto de 8% da taxa de administração cobrada pela Lello, o retorno cai para 4.600 reais. Deste valor de aluguel, que se enquadra na faixa mais alta de imposto de renda, devem ser descontados 27,5% referentes ao IR, restando 3.335 reais, o correspondente a cerca de 0,53% de 625 mil reais.

Os 3.335 reais correspondem ao retorno real, ou seja, ao valor que chegou às mãos do proprietário depois de descontados os custos. Ou seja, a rentabilidade líquida do investimento nesse imóvel comercial foi de 0,53% ao mês, ou um retorno acumulado de 6,55% no ano, sem considerar a valorização do imóvel no período.

O imposto de renda sobre os aluguéis é cobrado sobre o que o proprietário efetivamente recebe, depois do desconto da taxa de administração imobiliária. As alíquotas de IR variam de 7,5% a 27,5% de acordo com o valor do aluguel, que também pode ser isento, se for de baixo valor. Ou seja, se no exemplo anterior a alíquota de IR fosse mais baixa, o rendimento teria sido ainda maior.

Em comparação com os títulos do Tesouro Direto atrelados à inflação, as NTN-B, o rendimento dos imóveis comerciais foi um pouco superior. No início do ano passado, os as NTN-B disponíveis no mercado pagavam entre 4,30% e 5,52% ao ano acima da inflação pelo IPCA, isso sem o desconto do imposto de renda, da taxa de custódia obrigatória e de uma eventual taxa de administração da corretora. A NTN-B é considerado o título mais adequado para a comparação de rentabilidade com imóveis, uma vez que são investimentos de prazo mais longo e corrigidos pela inflação, assim como os aluguéis.

Mas também é possível comparar o rendimento com a poupança, que não é corrigida pela inflação, mas já é isenta de IR. O rendimento da antiga poupança era de 0,5% ao mês (ou 6,17% ao ano) mais Taxa Referencial (TR), que ao longo de quase todo o ano passado foi zero. Já a nova poupança vem rendendo 0,41% ao mês desde que a Selic passou para o patamar de 7,25%. Embora a nova poupança ainda não tenha completado 12 meses de idade, se esse mesmo rendimento fosse considerado em 12 meses, a rentabilidade teria sido de 5,02%.

Dados sobre os contratos de aluguéis

Segundo a Lello, na comparação com 2011, o número de novos contratos de aluguel de imóveis comerciais cresceu 11% em 2012.

Dentre todos os novos contratos de aluguéis da Lello, 32% foram de imóveis comerciais. E 38% desses novos contratos comerciais foram de conjuntos e salas, como clínicas médicas e odontológicas, além de escritórios de contabilidade, advocacia e representação comercial.

As casas, usadas para escritórios e clínicas de estética corresponderam a 27% dos novos contratos comerciais de 2012. Lojas de comércio de produtos como bolsas, sapatos e eletrônicos responderam por 17% das novas locações; salões comerciais, que costumam ser destinados a escolas, oficinas, lanchonetes e restaurantes, representaram 10% do total; e os galpões, utilizados principalmente por empresas de logística e armazenamento, somaram 8% dos novos contratos.

Fonte: Exame

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Estrangeiro que mais busca imóvel no Brasil é dos EUA

Estudo do portal imobiliário Viva Real mostra que maior número de buscas de imóveis no site fora do Brasil vem dos Estados Unidos.

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Avenida Paulista: São Paulo foi a cidade com mais imóveis buscados por estrangeiros

São Paulo – Uma pesquisa realizada pelo portal imobiliário VivaReal, com base nas 3 milhões de visitas que o site recebe mensalmente, mostrou que o maior número de buscas de imóveis situados no Brasil por usuários do exterior vem dos Estados Unidos. A pequisa foi realizada nos primeiros meses de 2013 e o resultado foi alcançado pelo monitoramento da origem dos acessos pelo Google Analytics.

Em segundo lugar, o país com mais usuários que buscam imóveis no site é Portugal. Em terceiro aparece a Itália, em quarto Espanha e em quinto lugar o Reino Unido. E as cidades mais buscadas nos acessos estrangeiros, em ordem descrescente, foram: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte e Florianópolis.

Diego Simon, cofundador do VivaReal explica que o interesse dos usuários desses países no Brasil é decorrente principalmente de motivos profissionais. “Durante muito tempo americanos buscaram imóveis no México, na América Central e no Brasil não tanto, mas muitas empresas têm vindo para cá e com isso tem aumentado a busca de imóveis por estrangeiros que vêm trabalhar aqui. E isso também aconteceu com os países da Europa, que com a crise também passaram a ter mais interesse no Brasil”, explica

Mesmo com os valores dos imóveis em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo superando os valores de algumas cidades dos Estados Unidos, como Miami, Simon afirmou que o interesse do americano no mercado imobiliário brasileiro continua por causa das relações profissionais entre os dois países – agora impulsionada pelos eventos esportivos – e também porque algumas outras cidades fora desse eixo têm apresentado boas oportunidades.

“São Paulo, Curitiba, Porto Alegre e outras capitais possuem um movimento maior de executivos. Mas, para a compra como investimento, regiões como o Nordeste, que têm preços menos elevados, têm chamado bastante atenção”, afirma o cofundador da VivaReal.

Com relação aos países da América Latina, Simon comenta que é representativo o número de acessos provenientes dessas localidades, mas eles não aparecem entre os cinco países que mais buscam imóveis no Brasil talvez por causa das opções de busca do site, que são disponíveis apenas em português e inglês.

Cidades brasileiras que mais buscam imóveis em São Paulo

A pesquisa também mostrou quais cidades têm mais usuários que buscam imóveis no município de São Paulo. Diadema ficou em primeiro lugar, Osasco em segundo lugar, Poá em terceiro lugar, Ferraz de Vasconcelos em quarto e Rio de Janeiro em quinto lugar. Em seguida, aparecem Campinas, Belo Horizonte, São Bernardo, Guarulhos e Santos.

“As quatro primeiras posições são cidades da região metropolitana de São Paulo. É natural que a pessoa que mora nessas cidades queira vir para São Paulo, seja por motivos profissionais ou para estudar”, explica Diego Simon.

Ele também comenta que a busca de cariocas por imóveis em São Paulo, apesar de ser menor do que a busca de cidades da região metropolitana, é grande porque é muito comum que empresas abram filiais em ambas as cidades e com isso seus profissionais tenham que buscar imóveis nos dois lugares. A mesma situação, segundo ele, também explica as altas buscas de belo-horizontinos por imóveis na capital paulista.

Perfil do imóvel buscado no Brasil

Imóveis de 200 mil a 500 mil reais são os mais buscados no Brasil e correspondem a 38% das buscas do portal. Imóveis de 100 mil a 200 mil reais são os segundos mais pesquisados, respondendo por 37% dos acessos. Em seguida aparecem os imóveis de 50 mil a 100 mil reais (10%); 500 mil a 1 milhão de reais (8%), até 50 mil reais (3%); de 1 a 5 milhões de reais (3%); e mais de 5 milhões de reais (1%).

Segundo a pesquisa, os imóveis de 50 a 80 m² são os mais buscados e representam 33% das buscas. Imóveis de 100 a 150 m² correspondem a 16% das buscas. Imóveis de até 50 m² são responsáveis por 13% das pesquisas, assim como os imóveis de mais de 300 m², que também respondem por 13% das buscas. E os imóveis de 150 a 200 m² equivalem a 7% dos acessos e os de 200 a 300 m² equivalem a 6%.

Os imóveis de dois dormitórios são os mais procurados, representando 49% das buscas. Em seguida aparecem os imóveis de três dormitórios (36%), os de quatro dormitórios (7%), de um dormitório (6%). E as menores parcelas correspondem às buscas de imóveis de 5 dormitórios, que representam apenas 1% das pesquisas e de mais de 5 dormitórios, que também correspondem a 1% das buscas.

Perfil dos imóveis buscados na cidade de São Paulo

Na capital paulista, 33% das buscas se concentram em imóveis de 200 a 500 mil reais. Imóveis de 100 a 200 mil reais são os segundos mais buscados (22%), a faixa dos 500 mil a 1 milhão de reais responde por 14% das buscas e em seguida aparecem os imóveis nas faixas de 50 a 100 mil reais (5%), 1 a 5 milhões de reais (4%), mais de 5 milhões (1%) e até 50 mil reais (1%).

Sobre o tipo de imóvel mais buscado na cidade, a maior parte dos usuários (51%) buscou imóveis de dois dormitórios, 36% de três dormitórios, 6% de um quarto, 6% de quatro quartos e 1% de cinco dormitórios.

Assim como no Brasil, os imóveis de 50 a 80 m² foram os mais procurados, representando 34% das buscas. Em seguida, foram mais buscados os imóveis de 100 a 150 m² (18%) e os de até 50 m² (17%). Os imóveis de 150 a 200 m² corresponderam a 7% das buscas, mesma parcela dos imóveis de mais de 300 m², e os imóveis de 200 a 300 m² responderam por 5% dos acessos.

Bairros mais buscados em São Paulo por região

A zona sul foi a região com mais imóveis buscados em São Paulo, com 35% dos acessos. A segunda região mais buscada foi a zona leste, com 30%, em terceiro lugar a zona oeste, com 16% das buscas e em seguida zona norte (13%) e centro (6%). Veja abaixo quais foram os bairros mais buscados em cada região:

Zona Leste Centro Zona Sul Zona Oeste Zona Norte
1º. Itaquera (9,0%) 1º. Bela Vista (19,5%) 1º. Vila Mariana (6,3%) 1º. Butantã (16,6%) 1º. Freguesia do Ó (10,3%)
2º. Tatuapé (8,2%) 2º. Santa Cecília (11,7%) 2º. Morumbi (5,5%) 2º. Pirituba (9,6%) 2º. Casa Verde (8,3%)
3º. Mooca (7,0%) 3º. Liberdade (10,2%) 3º. Saúde (5,3%) 3º. Jaraguá (8,1%) 3º. Tucuruvi (7,0%)
4º. Penha (5,1%) 4º. Higienópolis (9,5%) 4º. Campo Limpo (5,1%) 4º. Vila Leopoldina (5,5%) 4º. Santana (7,0%)
5º. Vila Formosa (4,3%) 5º. República (6,4%) 5º. Ipiranga (5,0%) 5º. Pinheiros (5,4%) 5º. Mandaqui (4,7%)
Outros bairros (66,4%) Outros bairros (42,7%) Outros bairros (72,8%) Outros bairros (54,8%) Outros bairros 62,7%

Fonte: exame.abril.com.br

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Incorporadoras lançam entidade e querem mais desoneração

Abrainc quer ser o canal das empresas para lidar com os principais entraves do setor, como burocracia e elevada carga tributária.

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Construção civil: “nossa carga tributária é a maior do país”, disse Rubens Menin, presidente da entidade e da MRV Engenharia

São Paulo – Grandes incorporadoras do país lançaram nesta terça-feira uma nova entidade para representar o setor, por meio da qual pretendem pedir mais desoneração tributária sobre a construção civil.

A Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) quer ser o canal das empresas para lidar com os principais entraves do setor, como burocracia e elevada carga tributária, disse o presidente da entidade, Rubens Menin, que também preside a MRV Engenharia.

Nesse sentido, conversas com o governo federal já estão em andamento, com as incorporadoras se sentindo prejudicadas em relação a outros setores da economia.

“Nossa carga tributária é a maior do país”, disse Menin.

Segundo ele, a desoneração sobre a folha de pagamento anunciada recentemente pelo governo federal não ajuda o setor. Isso porque as incorporadoras são grandes usuárias de mão de obra terceirizada, que não é beneficiada pela medida.

A Abrainc prepara um estudo para entregar ao governo que mostra que as 12 maiores incorporadoras do país pagaram em impostos em 2012 valores maiores do que o que tiveram de lucros.

“Nossa indústria está sendo bastante sacrificada”, disse Menin.

A Abrainc reúne Brookfield, Cyrela, Direcional, Even, Eztec, Gafisa, JHSF, MRV, PDG Realty, Rodobens, Rossi Residencial e Tecnisa, entre outras incorporadoras.

Fonte: exame.abril.com.br

 

 

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O apartamento mais caro do mundo!

A cobertura, que ficará pronta em 2014, está sendo construída em Mônaco

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No topo, tobogã e piscina privativos em uma galeria aberta: diversão nas altura

Batizado de Odeon Tower, o edifício que está sendo erguido em Mônaco será inaugurado em julho de 2014. O prédio, que tem 170 metros de altura, possui uma cobertura que foi avaliada em 256 milhões de libras, ou seja, cerca de R$ 788 milhões, além de diversos apartamentos de luxo.

A cobertura, que até então é o apartamento mais caro do mundo, possui no topo uma grande mansão de 3,3 mil m², incluindo tobogã e piscina, formando uma galeria completa de cinco andares. Além desta, serão colocadas para comercialização outras duas coberturas duplex de 1,2 mil m².

Em altura, o arranha-céu será o segundo maior da costa do Mediterrâneo. Dispondo de um a seis quartos, serão disponibilizados para venda um total de 70 unidades de luxo. Cada apartamento virá com janelas do chão ao teto e varandas com vistas panorâmicas para Mônaco – para a praia Larvotto e o mar da Ligúria.

Os moradores poderão solicitar os serviços de valet e limpeza doméstica através de controles touchscreen instalados nos apartamentos. Saunas, numerosas piscinas, spas exclusivos, porteiro 24 horas, limusines com motorista particular e até um cinema estão entre as comodidades que serão oferecidas pelo condomínio.

A belle époque francesa foi a fonte de inspiração para o design da construção, concebido pelo arquiteto Alexander Giraldi. A agência Alberto Pinto será responsável pela decoração interna.

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Este será o prédio com o metro quadrado mais caro do mundo

Fonte: lugarcerto/estadodeminas

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Incentivo ao Mercado Imobiliário & Outras Notas

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Nas capitais, tablets e smartphones começam a ganhar destaque quando o assunto é busca de imóveis via internet. As últimas pesquisas mostram que esses dois aparelhos são utilizados por aproximadamente 10% das pessoas interessadas em alugar ou comprar um imóvel. Corretores e, principalmente, imobiliárias já começaram a criar aplicativos para não perder clientes.

INCENTIVO AO MERCADO
Na avaliação dos experts, a queda ou mesmo a manutenção da taxa Selic nos atuais patamares, continuará fazendo bem ao mercado imobiliário. Isso porque taxas de juros reduzidas permitem que as pessoas das classes C e D adquiram sua casa própria, e incentivam investidores descontentes com os rendimentos das aplicações financeiras a colocarem seu dinheiro em imóveis.

MENOR E MAIS CARO
Como era de se esperar, os apartamentos de um dormitório estão ficando menores e mais caros – ao menos na capital paulistana. Conforme estudo realizado pelo portal Zap e pela Embraesp, o preço do metro quadrado desse tipo de economia aumentou cerca de 185% entre 2008 e 2013, ao passo que a sua área útil foi reduzida em aproximadamente 11% entre 2007 e 2012.

MIAMI COM MARINA 
O proprietário de um apartamento usado no Rio ou em São Paulo, com preço na faixa do milhão, tem agora outra boa opção: vendê-lo e comprar imóvel novo e do mesmo tamanho em Miami (sem precisar dar volta). Com uma diferença: nos EUA, o condomínio tem marina privativa, serviço de mordomo, piscina de borda infinita, jardim com paisagismo e vista para um canal onde circulam os iates.

CADÊ A BOLHA?
Com mais de 85% da primeira etapa vendida em menos de uma semana, as incorporadoras Tecnisa e PDG estão comemorando o sucesso inicial do seu mais novo lançamento em São Paulo. Trata-se de um megaempreendimento com 250.000 m² de área total, constituído por onze condomínios independentes, duas torres comerciais e um hotel. Se alguém ainda acreditava em bolha imobiliária, depois dessa a crença foi embora.

DÉCADA FEMININA
De acordo com o IBGE, entre os anos de 2000 e 2010, aumentou 24% o número de mulheres que passaram a trabalhar fora. Na área da intermediação imobiliária, esse crescimento foi ainda mais expressivo: hoje, 40% de todos os corretores são do sexo feminino. O Cofeci estima que esse percentual alcance 50% daqui a três anos.

CARTÓRIOS DE IMÓVEIS
Muita gente arruma problema de graça ao deixar de comunicar aos cartórios alterações pessoais e imobiliárias importantes. Os problemas mais comuns são a falta de averbação de casamentos ou separações/divórcios, e a falta de registro de partilhas judiciais e de inventários extrajudiciais. A maioria daqueles que agradecem a negligência é formada por credores.

MARKETING PESSOAL
Em qualquer atividade autônoma, o profissional precisa causar uma boa impressão já no primeiro contato com o seu possível cliente; no mercado imobiliário, não poderia ser diferente. Por conta disso, os marqueteiros previnem: quem quiser fazer sucesso como corretor, também precisa ser craque em postura, vestuário e vocabulário.

LUCRO IMOBILIÁRIO
Em época de declaração de rendimentos à Receita Federal, é oportuno lembrar àqueles que venderam imóveis em 2012, que em duas situações estarão livres de pagar imposto de renda sobre o lucro imobiliário: I) Se alienaram seu único imóvel por preço não superior a R$ 440.000,00; II) Se o preço de qualquer imóvel vendido não ultrapassou R$ 35.000,00.

Fonte: forumimobiliario.com.br 

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RealtOn cria banco de terrenos para atender setor imobiliário

Projeto ainda embrionário envolve a pesquisa e oferta de terrenos disponíveis

SÃO PAULO (Reuters) – Criada há pouco mais de um ano para ajudar grandes incorporadoras a desovar estoques de imóveis, a RealtOn agora quer ser a solução para um dos principais obstáculos do setor imobiliário nos grandes centros: a falta de terrenos para construir.

A companhia está desenvolvendo um banco de terrenos que reúne áreas disponíveis para atender a demanda das empresas, e quer dobrar de tamanho até o fim do ano.

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Inicialmente, o alvo é a capital paulista (Wikimedia Commons)

Batizado de LandBox, o projeto ainda embrionário envolve a pesquisa e oferta de terrenos disponíveis. Inicialmente, o alvo é a capital paulista, mas a companhia já pensa em expansão para Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília.

“As empresas começaram a nos procurar com uma demanda gigantesca por terreno, um segmento muito complicado dentro do setor imobiliário, pouco profissional e que chega a ser um garimpo”, disse à Reuters o presidente-executivo da RealtOn, Rogerio Santos.

Segundo ele, a nova unidade conta com 52 terrenos para projetos residenciais e comerciais na capital paulista, com Valor Geral de Vendas (VGV) de cerca de 2 bilhões de reais, número que deve saltar para 4 bilhões até o final deste ano.

“A ideia é ser um catalisador de terrenos”, disse Santos. “Isso representa uma economia de tempo de 30 a 40 por cento para o incorporador e pode impulsionar muito o desenvolvimento do mercado, até para incorporadores de menor porte”.

Além das principais construtoras e incorporadoras do país, a RealtOn tem entre seus clientes administradoras de shopping centers e outras desenvolvedoras de empreendimentos como supermercados, fábricas e galpões logísticos.

Ao atender a solicitação de uma empresa ou intermediar a venda de um dos terrenos disponíveis, a RealtOn é comissionada em cerca de 6 por cento, de acordo com o executivo.

A escassez de áreas adequadas e bem localizadas para se construir é um dos principais entraves ao setor imobiliário, sobretudo em grandes centros urbanos. O desafio, diz Santos, pode ser driblado a partir para áreas menos exploradas e que podem ser restauradas, como o centro de São Paulo.

“O mais forte hoje é a readequação desses espaços”, disse ele. Nesse sentido, regiões com passado industrial, como o bairro da Mooca, se apresentam como as mais promissoras para se obter áreas disponíveis para construção.

No início de 2012, a RealtOn ingressou no mercado com o objetivo de ser a primeira ponta de estoque de imóveis do mundo, reunindo mais de 2 mil imóveis em estoque de diferentes empresas em um único local, com descontos que chegam a até 40 por cento.

 Fonte: infomoney

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Como o mercado imobiliário está utilizando as mídias sociais

Confira o infográfico disponibilizado pelo principal site mundial sobre mídias sociais (Mashable), que mesmo com informações referentes ao EUA, são muito pertinentes para o nosso mercado.

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Fonte: marketingimob

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Novo índice aponta moderação na valorização de imóveis

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Em busca de uma resposta mais precisa para a dúvida sobre se o Brasil vive ou não uma bolha imobiliária, o Banco Central (BC) divulgou nesta quarta-feira (3), pela primeira vez, um novo índice que apontou moderação na valorização dos imóveis no Brasil. De acordo com o BC, os dados do novo indicador reforçam a avaliação de que não há bolha no mercado imobiliário brasileiro.

O fenômeno conhecido como bolha acontece quando os preços dos ativos crescem e depois perdem valor de maneira radical, provocando uma desorganização do sistema. O risco de estouro de uma bolha no Brasil é uma preocupação que assombra a economia brasileira, principalmente a partir de 2010, quando o mercado imobiliário começou a crescer com maior força no país. Essa polêmica tem dividido a opinião de economistas brasileiros e estrangeiros que acompanham o mercado brasileiro e tema de inúmeros debates. Muitos deles acreditam até mesmo que essa bolha poderia estourar, quando o BC subir novamente a taxa de juros.

Chamado de Índice de Valores de Garantia de Imóveis Residenciais Financiados (IVG-R), o novo indicador do BC mostrou que a alta dos preços desacelerou de 20% em 2010 para uma taxa anual de 3% em janeiro de 2013. Na avaliação do diretor do BC, Anthero Meirelles, o patamar atual dos preços se encontra bastante “equilibrado”. Segundo ele, o índice vai ajudar o BC a fazer uma análise sobre a variação na estrutura de preços dos imóveis no Brasil e auxiliar na definição de políticas prudenciais.

Moderação

“O que vimos com esse índice é que houve de fato uma moderação na valorização de imóveis, afastando completamente qualquer risco de problemas”, afirmou Meirelles. “Não houve bolha. Nada disso aconteceu. Os ativos continuam valorizando-se. Houve um reequilíbrio”, acrescentou. Não está definido se a divulgação do índice será mensal ou trimestral.

O IVG-R considera o valor dos imóveis dados em garantia dos empréstimos em determinado mês, pelo valor de avaliação, numa amostra de cerca de 160 mil residências. A coleta é feita de imóveis localizados nas onze regiões metropolitanas consideradas no cálculo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA): Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio, Salvador e São Paulo.

Fonte: AgEstado-AE

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Com vários atrativos e obras do vetor Norte, a região da Pampulha caiu no gosto dos investidores

Arquitetura moderna, museu de arte, zoológico, estádio de futebol e universidade, tudo em um mesmo lugar. Essas são as referências da Pampulha, região que concentra arte, lazer, esporte e educação, além de uma infraestrutura que não deixa nada a dever a outros locais da cidade. Por isso a área é tão valorizada e atrai investidores do mercado imobiliário. Afinal, qualidade de vida é o que toda população quer e encontra na Pampulha.

Entre os bairros que mais se destacam na região, o diretor de atendimento da Morus Imóveis, Vagner Costa, aponta o Ouro Preto, o Jaraguá e o Castelo. “Porque são os únicos que não estão estagnados e ainda têm possibilidade de construção. Mas também há o desenvolvimento de empreendimentos em torno da lagoa, no Bairro Bandeirantes, que é mais residencial. O Bairro Engenho Nogueira é indicado para uma segunda linha de investimentos”, diz.

Além do Ouro Preto, Jaraguá e Castelo, o diretor -executivo da Construtora Oliveira Fortes, Arilson Silveira de Oliveira, indica o Itapoá e o São José. “São bairros com características familiares. É comum percebermos que várias gerações de uma família foram criadas na mesma região e as pessoas querem continuar próximo dos parentes. Além disso, a Pampulha tem localização privilegiada”, completa.

Para o corretor da unidade franqueada RE/MAX Futuro Vinícius Harry, bairros tradicionais têm índices mais altos de ocupação. “Como Ouro Preto, Jaraguá, Dona Clara, Liberdade e Itapoã, com valores mais expressivos por metro quadrado. De ocupação mais recente, o Castelo tem maior número de lançamentos com menores valores por metro quadrado.”

Segundo Vinícius Harry, na região há uma grande quantidade de empreendimentos residenciais de médio padrão, seguidos daqueles de alto padrão. “Há grande oferta de apartamentos novos, principalmente em bairros como Castelo e Ouro Preto. Bairros como Garças e Trevo têm-se destacado pela maior oferta de casas. Existe, ainda, rápida diversificação do comércio, prestação de serviços e escolas. Predominantemente residencial a região da Pampulha atrai também investimentos comerciais. Um dos motivos é o Mundial de futebol de 2014. “E investimentos em hotéis para a Copa do Mundo de 2014. Fora isso, a oferta comercial não é tão grande. A maioria dos empreendimentos desse perfil é formada por shoppings.”

A opção da advogada Simone Villarino foi por um imóvel pronto, no Bairro Castelo. Em 2006, ela comprou uma cobertura e hoje tem certeza de que foi um excelente investimento. “A região é muito agradável para morar e valorizou muito. Tem lazer, parque ecológico, a lagoa da Pampulha para praticar atividades físicas, academias, supermercados e bares. A infraestrutura é completa para a qualidade de vida.”

Valorizados e raros 

Com o aumento da procura e a redução do coeficiente de ocupação do solo na região da Pampulha, apartamentos de dois quartos, flats e lojas já são os mais comercializados.

Com a procura pela Pampulha, a oferta de terrenos tornou-se escassa, como constata Vagner Costa. Principalmente após 2010. “Antes, ao comparar os valores, o interessado via na região uma grande oportunidade, com preço acessível. A Pampulha também era atrativa para incorporadoras, por ter bons terrenos e grande potencial. Mas mesmo com a diminuição da oferta, ainda há áreas que vão propiciar bons lançamentos para os próximos cinco anos até que a região fique estabilizada”, conta.

Entretanto, Arilson Oliveira, da Construtora Oliveira Fortes, diz que após a mudança da Lei de Uso e Ocupação do Solo de Belo Horizonte, houve uma diminuição significativa do coeficiente de aproveitamento de terrenos em alguns bairros da Pampulha. “Além disso, houve menor oferta do número de terrenos na região. Alguns bairros ainda oferecem algumas opções, como o Castelo.”

Nesses terrenos são erguidos, principalmente, empreendimentos com apartamentos de dois quartos, conforme Oliveira. “Tem maior liquidez no mercado e um preço mais atrativo, obviamente, pelo próprio tamanho. Os compradores desses apartamentos são, geralmente, pessoas jovens, principalmente casais com um a dois filhos.”

Esse público prefere a Pampulha por ser uma região com características únicas, que proporcionam lazer, gastronomia, descanso e uma melhor qualidade de vida aos seus moradores, como reforça Oliveira. “Possui também infraestrutura com shopping e uma diversidade de lojas que consegue atender essa demanda local.”

De acordo com o corretor Vinícius Harry, por ser uma região em expansão, a maior procura é por imóveis de dois quartos com suíte e duas vagas na garagem. “Geralmente, almejados por noivos e casais que estão optando por sair do aluguel e procuram o primeiro imóvel. Também vêm sendo muito procurados apartamentos e coberturas luxuosas, com quatro quartos e três ou mais vagas de garagem. São produtos escassos, com alta demanda, menor oferta e maior velocidade de venda.”

E não são só os residenciais que chamam a atenção. Os imóveis comerciais, entre eles salas e lojas, também continuam com uma boa procura. “Boa parte desses investidores são da própria região e acreditam no seu potencial de desenvolvimento e crescimento. Eles são representados por comerciantes de pequeno e médio portes que desejam investir em empreendimentos como salas, lojas e unidades hoteleiras, e também em apartamentos com maior liquidez”, observa Oliveira.

Mas o destaque, segundo o diretor da Construtora Oliveira Fortes, são os flats, que de acordo com ele estão em alta. “São unidades hoteleiras na região da Pampulha e sentido Centro Administrativo. Os flats têm uma característica muito especial, tanto na distribuição do seu resultado como na própria configuração jurídica, que proporciona aos investidores condições muito melhores que nas locações de imóveis convencionais.”

Vagner Costa confirma que os mais valorizados são os imóveis residenciais com boa estrutura de lazer e mais de uma vaga de garagem. “A Morus tem em seu portfólio empreendimentos no Jaraguá, Ouro Preto, Castelo, Engenho Nogueira e Planalto. Desses, 90% são residenciais e 10% compostos pela linha hoteleira, o que representa bem a relação de oferta da região como um todo.”

Para ele, a oferta atual de imóveis está adequada à demanda. “Talvez o Bairro Castelo tenha um pouco mais de estoque, sendo que nos outros a liquidez é mais imediata. Entre as pessoas que apostam na região estão investidores na linha residencial, que compram o imóvel na planta para revender, aqueles que adquirem para locação e os que investem na rede hoteleira”, indica Costa.

Com relação a valores, Vagner Costa informa que cerca de 50% dos empreendimentos na região estão entre R$ 200 mil a R$ 350 mil. “Nessa faixa, 25% são econômicos, com valores de R$ 100 mil a R$ 200 mil, e os 25% restantes são compostos por imóveis acima de R$ 400 mil, sendo o público da Pampulha formado pelas classes B e C”, diz.

Atualmente, dentro do plano de governo de desenvolvimento integrado, como informa Costa, a Pampulha tem como grandes vantagens o fato de estar bem localizada. “Assim, deixou de ser apenas um ponto turístico para se tornar um campo de investimento. A área urbana de Belo Horizonte está expandindo bastante, principalmente para o Vetor Norte, fazendo com que a região da Pampulha se torne o coração da cidade”, considera.

Fonte: UAI/EM

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Feliz Páscoa da WP* Criativa!

Que neste tempo de reflexão possamos renovar nossos pensamentos!

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Com juros considerados baixos, instituições prometem agilidade na liberação da operação

A crescente demanda de pessoas físicas por financiamentos imobiliários já é dada como certa pelos bancos neste ano. Para assegurar a maior fatia possível desse público, o mote agora é melhorar sistemas e canais de atendimento. Se tudo der certo, o crescimento será de ao menos 30% nessa carteira dos principais bancos do país.

Até mesmo a líder nesse segmento, a Caixa Econômica Federal, que tem cerca de 70% do estoque total dessas operações, pensa em melhorar os processos internos para não perder mercado. O objetivo da instituição é que toda a parte operacional da contratação seja feita em correspondentes ou de forma centralizada, fora das agências, que ficarão apenas com o atendimento e encaminhamento.

Segundo o diretor de habitação da Caixa, Teotonio Rezende, parte dessa mudança operacional será possível devido à parceria firmada, no ano passado, com a IBM. O objetivo é chegar ao que o banco chama internamente de “projeto zero papel”. Ou seja, toda a entrega de documentos será feita de forma eletrônica, sem necessidade do cliente se deslocar. A aprovação do crédito sairá em no máximo duas horas e a assinatura do contrato se dará em até 48 horas.

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“No ano passado o nosso foco foi a redução das taxas, mas agora não há mais muita margem para isso. Os juros não vão mais ser um diferencial. O foco vai ser a qualidade no atendimento”, disse. O banco público espera um crescimento da carteira de 31% em 2013, chegando a R$ 270 bilhões — no ano passado, chegou a R$ 205,8 bilhões.

No Itaú Unibanco a projeção de crescimento também é de 30%. Em dezembro, o estoque total de empréstimos imobiliários era de R$ 25,8 bilhões, um aumento de 32%.

Para garantir esse crescimento, o Itaú tem oferecido facilidade aos seus clientes. Uma delas é a possibilidade de financiar as despesas cartoriais e do ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) em até 5% do valor do imóvel — esse é o patamar médio para esse tipo de gasto, podendo ser menor em alguns municípios. O banco tenta também ser mais ágil que os concorrentes, aprovando o crédito em até 24 horas, embora a assinatura do contrato leve mais alguns dias. 

No Bradesco as expectativas também são positivas e concentradas, principalmente, nas operações com pessoas físicas. “Esperamos uma produção de crédito imobiliário elevada por causa da demanda de pessoas físicas. Já as construtoras aparentemente estão tendo dificuldade em aprovação de projetos e compra de terrenos”, afirmou o diretor de crédito imobiliário, Claudio Borges.

A instituição terminou 2012 com uma carteira de crédito imobiliário de R$ 22,311 bilhões, uma elevação de 39,7% em relação ao ano anterior. Para esse ano, o banco não possui projeção de crescimento do estoque, apenas da produção. A expectativa é conceder ao longo do ano R$ 15 bilhões em empréstimos para aquisição e construção de moradias, ante R$ 14,668 bilhões em 2012.

Segundo Borges, esses desembolsos garantiram uma participação de 19% de mercado ao Bradesco. Para manter ou mesmo elevar essa fatia, o banco afirma que um dos atrativos é a agilidade na liberação do crédito, que em média está demorando 15 dias. “Ganhamos no atendimento e maior eficiência operacional”, explicou. Para conquistar clientes, o banco conta com a base de correntistas, mas também com parcerias com imobiliárias e construtoras.

O HSBC também tem usado parcerias para elevar a produção do crédito imobiliário. Além da captação de clientes nas agências, o banco tem acordos com construtoras, imobiliárias e um contrato de exclusividade com a Brasil Brokers, uma das maiores redes de imobiliárias do país. “Esses canais trazem clientes que não são correntistas”, diz o diretor de crédito imobiliário, Antonio Barbosa.

Dos cerca de R$ 1,5 bilhão originados pelo banco em 2012, metade veio desses canais parceiros. A carteira imobiliária do banco chegou em dezembro a R$ 3,5 bilhões, um crescimento de 25%. “Para nós 2013 vai ser melhor. Esperamos crescer mais ou menos 30% sobre 2012”, completou o executivo.

Na avaliação de Barbosa, o mercado imobiliário está passando por uma readequação. A demanda ainda é aquecida entre as pessoas físicas, mas do lado de incorporadoras e construtoras, há um certo arrefecimento. “É uma readequação de tamanho, apetite e escolha de praças. Algumas estão saturadas”, afirma Barbosa. Para ele, esse quadro só começará a mudar no segundo semestre do ano, com a aceleração dos lançamentos.

A maioria do crédito imobiliário é feita pelo Sistema Financeiro da Habitação, com recursos da poupança e FGTS, limitado a R$ 500 mil —há uma demanda do setor para que o teto seja ampliado a R$ 750 mil. “O crédito imobiliário é decisivo para o fortalecimento do mercado”, diz o presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Octavio de Lazari Junior. 

Fonte: BrasilEconomico

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Serviço vai centralizar dados sobre imóveis de SP

TONI SCIARRETTA, DE SÃO PAULO

Maior empresa brasileira de análise de crédito, a Serasa Experian vai entrar também na pesquisa de dados sobre registro de imóveis. Chamado Central de Crédito Imobiliário, o serviço foi lanço ontem (21/03). 

Na central será possível consultar on-line, mediante uma taxa, informações sobre eventuais entraves à comercialização de um imóvel, dando mais segurança jurídica aos financiamentos imobiliários e às hipotecas.

A inexistência de uma central de registro de imóveis, como ocorre com as informações sobre veículos, é um dos maiores gargalos para agilizar as transações e o financiamento de imóveis no país.

Com a ferramenta, o banco terá acesso à base de informações de todos os cartórios de São Paulo. A solução vai agilizar cerca de 250 mil financiamentos que são feitos por ano em São Paulo. Até o final de 2014, o serviço deverá ter abrangência nacional.

Pela visualização da matrícula do imóvel, será possível verificar se há algum impedimento jurídico capaz de dificultar ou inviabilizar a venda –caso de separação dos proprietários ou se um dos donos é menor de idade.

Outra vantagem será o acesso à matrícula do imóvel com a assinatura digital do representante do cartório.

O serviço possibilitará o acompanhamento das alterações na matrícula, com o cliente sendo avisado por e-mail a cada mudança.

De olho no mesmo negócio, a Cetip comprou, no fim de 2010, a GRV Solutions, que centraliza o registro de informações sobre veículos, por R$ 2 bilhões. Fez também uma parceria com a americana FNC, que fornece serviços para imobiliárias.

A ideia é lançar no país um produto semelhante ao da Serasa no segundo semestre.

Fonte: Folha de São Paulo 

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