Locações novas crescem 29% na cidade de São Paulo em 2011

Valor médio do aluguel na capital paulista foi de R$ 1,8 mil, contra R$ 1,6 mil no ano anterior, aponta levantamento da Lello.

O número de novos contratos de locação de imóveis residenciais cresceu 29% na cidade de São Paulo em 2011, na comparação com o ano anterior. É o que aponta o mais recente balanço da Lello, empresa de administração imobiliária no Estado.

Na comparação com o ano de 2009, o crescimento foi de 11,3%. Os imóveis mais procurados foram apartamentos de dois dormitórios situados próximos a estações de metrô. O valor médio das novas locações foi de R$ 1,8 mil, contra R$ 1,6 mil em 2010.

A região da Mooca respondeu por 16% dos novos contratos de locação em 2011, mesmo percentual do Tatuapé. Já as áreas de Moema e da Vila Mariana representaram 15% dos novos negócios, mesmo percentual de Santana. Perdizes e Pinheiros representaram 14% das novas locações, e a região dos Jardins, 10%

A Lello também fechou 8% de suas locações no Grande ABC e outros 6% na cidade de Campinas, onde inaugurou filial em 2011.

“O movimento de crescimento do mercado de aluguéis residenciais deverá se manter neste ano. A demanda por casas e apartamentos continua expressiva, e hoje o investimento na compra de imóveis para locação a terceiros é, mais do que nunca, uma excelente oportunidade”, avalia Roseli Hernandes, diretora comercial da Lello Imóveis.

 

fonte: www.metaanalise.com.br

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O que é mais importante: localização ou metragem do imóvel?

Via de regra, as primeiras coisas a serem definidas quando começamos a procurar um imóvel para alugar é a região de interesse e o preço. Mas entre um imóvel maior, porém mais afastado da área central ou um pequeno, mas muito bem localizado, por qual você optaria?

Alexandre Lafer Frankel, CEO da Vitacon Incorporadora, é categórico: “as pessoas vão preferir apartamentos menores e bem localizados àqueles longe do centro e com grande metragem”.

De fato, em grandes cidades, onde o trânsito e o transporte público são um grande problema, morar muito longe do trabalho, da faculdade, da escola das crianças ou de qualquer local freqüentado rotineiramente pode dificultar, e muito, o dia a dia.

Segundo pesquisa divulgada recentemente pela rede Nossa São Paulo, em parceria com o Ibope, o paulistano vê o transito como o segundo maior problema da cidade, atrás apenas da saúde. A pesquisa relata que as pessoas gastam, em média, 2h49 se locomovendo dentro de São Paulo. “A mobilidade urbana já é uma das questões mais importantes para o paulistano, já que hoje as pessoas gastam 30% do seu tempo útil presas no engarrafamento”, diz Frankel.

Justamente por isso, ele acredita que as pessoas vão preferir morar perto do trabalho e da escola dos filhos, mesmo tendo um apartamento com metragem menor. “Isso afeta também o tema da sustentabilidade, que vem sendo pauta importante entre as famílias paulistanas. Ao morar perto do trabalhadores, por exemplo, usa-se menos o carro, o que – consequentemente – diminuiu a poluição”.

Mas o tempo gasto no trânsito é também o argumento de muita gente que opta por morar longe e, até mesmo, em outros municípios, ainda que tenham que viajar todos os dias para trabalhar na metrópole. Para essas pessoas, o tempo gasto no trânsito de São Paulo é praticamente o mesmo gasto com a viagem para chegar até o trabalho na capital. Nessa balança, preço e qualidade de vida somam pontos para a escolha de um imóvel maior e mais afastado.

E você, o que escolheria?

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Oferta de imóvel compacto cresce 54% em 2011

Os empreendimentos compactos de até um dormitório aparecem com cada vez mais força na paisagem paulistana. Em 2011, 6.577 unidades desse tipo foram lançadas na capital, alta de 54% em relação a 2010, de acordo com dados da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). Frente a 2007, o aumento chega a 1.1131%.

Com alguns dos mais nobres bairros da cidade, a zona sul recebeu mais da metade dos novos em 2011 – ou 3.644 unidades. A microrregião do Brooklin, da Chácara Santo Antônio e de Santo Amaro, de acordo com definição da Embraesp, tiveram destaque especial no período, com 1.177 novos apartamentos – o maior resultado entre 28 microrregiões envolvendo a capital.

A incorporadora Even tem dois empreendimentos na área, totalizando 267 unidades compactas. “Como estamos muito próximos da Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, imaginamos chamar executivos que queriam morar próximo do trabalho”, diz o diretor de incorporação da empresa, Ricardo Grimone. O lançamento New Age Michigan fica, por exemplo, a aproximadamente 1,2 quilômetro do corredor corporativo.

O desenvolvimento do bairro da zona sul, na área de abrangência da operação urbana Água Espraiada da Prefeitura, é um atrativo, na avaliação do economista chefe do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), Celso Petrucci. “O primeiro impacto para quem vai comprar um imóvel é o preço. Depois, a pessoa vê o apartamento. Se a região e o preço atraem, é mais fácil fechar negócio”, diz.

O renascimento imobiliário da área do Baixo Augusta, no centro, também se refletiu em lançamentos de até um dormitório. A Bela Vista recebeu sozinha 1.159 imóveis desse tipo, 77,73% das novas unidades na tradicional área da capital.

A região central, com 1.491 apartamentos, apareceu como a segunda mais atraente para o produto em 2011. Com menos expressão, a zona leste recebeu 1.021 apartamentos, a zona oeste, 341, e a zona norte, 80.

Apenas duas unidades compactas pertencem a um lançamento horizontal na zona sul: o Residencial do Bosque, no Jardim da Saúde. “É claramente um produto de empreendimentos verticais”, avalia o diretor da Embraesp, Luiz Paulo Pompeia.

Cliente. Embora esses imóveis tenham boa aceitação entre engravatados e o público single eles atraem uma fatia mais ampla. Segundo Pompéia, compõe esse nicho jovens de classe alta em busca da primeira moradia, novos casais, homossexuais solteiros, viúvos, divorciados e casais mais velhos sem filhos em casa. “Vão morar num lugar menor, com uma vida na rua movimentada.”

Os compradores de apartamentos de até um dormitório têm alto poder aquisitivo, e as moradias são relativamente mais caras. As unidades compactas tiveram o metro quadrado mais valorizado entre todos os padrões do mercado, avaliado em R$ 8.855,50. Com 46,29 m² em média, os custos de compra de uma unidade chegam a quase R$ 410 mil.

Justamente pelo elevado preço, os compactos têm também boa aceitação entre investidores. “Essa é a grande demanda deles. Hoje, há uma safra nova de poupadores que absorveu esses imóveis”, diz o diretor de novos negócios da imobiliária Abyara Brasil Brokers, Bruno Vivanco. Segundo ele, o aumento nos preços dos terrenos e o alto retorno financeiro por metro quadrado explicam o interesse desses agentes do mercado.

Cenário – Os apartamentos de um dormitório não foram, contudo, maioria da cidade. Embora em trajetória crescente, eles ainda ficam atrás dos lançamentos de dois dormitórios, com 17. 313 unidades, e de três dormitórios, com 11. 091 imóveis. Cada região tem também peculiaridades. Conheça abaixo alguns dos destaques paulistanos em 2011.

Fonte: Revista Zap

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Demanda local impulsiona mercado imobiliário de luxo no Brasil

Vejam a matéria abaixo. Quando os imóveis na Vieira Souto (RJ) chegaram a R$ 22 mil o m2, pouquíssimo tempo atrás, teve gente graduada (do mercado imobiliário e de investimentos) que achou isso um "ponto fora da curva", e que esses  números voltariam para a realidade brasileira. Menos de dois anos depois, já estamos falando de R$ 51 mil o m2.

 

O mercado imobiliário de alto luxo vem se expandindo no Brasil, com aumento da demanda no Rio e em São Paulo e crescimento também fora dos grandes centros, pressionando os preços para cima e gerando valorização recorde. No Rio de Janeiro, os preços dos imóveis de alto padrão subiram aproximadamente 200% nos últimos cinco anos, enquanto imóveis de outras categorias tiveram incremento médio de 150% na cidade, segundo Leonardo Schneider, vice-presidente do Sindicato da Habitação do Rio (Secovi-Rio).

É na orla de Ipanema e do Leblon que estão os metros quadrados mais caros do Brasil, estima Luiz Paulo Pompéia, diretor da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp). Nos dois bairros, os mais cobiçados do Rio, o metro quadrado de um apartamento de frente para o mar custa em média R$ 40 mil atualmente, podendo chegar a R$ 51 mil, de acordo com o Secovi-Rio.

Para Frederico Judice Araújo, o mercado de alto luxo do Rio está se beneficiando mais do que a média brasileira em função dos megaeventos que acontecerão nos próximos anos e dos investimentos em infraestrutura e segurança que vêm a tiracolo. Ele é membro da família proprietária da Judice & Araujo, imobiliária especializada em imóveis do segmento.

"Assim como mercado financeiro antecipa movimentos de empresas para comprar ações, o mercado imobiliário antecipou o movimento de melhora da cidade como um todo. O Rio vai melhorar muito para poder receber esses grandes eventos e isso tem um impacto direto no mercado imobiliário", diz, citando investimentos como a expansão do metrô até a Barra da Tijuca, na zona oeste, e a política de segurança pública das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), que buscam expulsar o tráfico armado de favelas. "O momento é inedito, nada se compara. A Judice está há 36 anos no mercado (fluminense) e nunca vimos um momento tão bom no Rio. Desde que o Rio deixou de ser capital, ficou meio largada durante muitos anos, e agora vem retomando uma posição mais forte."

O imóvel mais caro que a empresa oferece no Rio no momento é um apartamento de 1.600 metros quadrados na praia de Ipanema, à venda por R$ 64 milhões. Para José Conde Caldas, presidente da Associação de Empresas Dirigentes do Mercado Imobiliário (Ademi), o mercado carioca está passando a ser um mercado nacional e até internacional, atraindo compradores de outros Estados e também de fora do País. "O Rio hoje é a bola da vez. Muita gente quer voltar a morar na cidade. Isso existiu no passado, nos anos 1960, quando o Rio era muito procurado. Mas depois veio uma sucessão de maus governos e as pessoas queriam ver o Rio de costas."

Conde Caldas, que é dono da construtora Concal, diz ter presenciado um exemplo desta tendência dois anos atrás, quando lançou um empreendimento de luxo de frente para a praia de Ipanema, com seis apartamentos a partir de R$ 7 milhões cada. Quatro deles foram comprados por pessoas de fora da cidade. "Eu quis conhecer os compradores para saber por que estavam comprando no Rio. Eram pessoas com negócios que estavam indo muito bem e queriam comprar o apartamento como investimento, e para ter uma casa de veraneio no Rio", conta.

Internacionalização

O segmento de casas, apartamentos e coberturas com cifras na casa dos milhões se beneficia de fatores como a queda de juros, o maior acesso a crédito, a economia aquecida e a grande visibilidade do Brasil diante da Copa e da Olimpíada de 2016, lista Judice Araujo. Ele observa que o mercado também vem sendo impulsionado pelo aumento do poder aquisitivo de partes da população. "Vemos o crescimento da classe média, mas também a subida da classe média para a média alta e a classe alta prosperando. Isso tem um impacto positivo no mercado de alto padrão. Vemos nitidamente que mais pessoas têm tido condições de comprar um imóvel maior ou uma segunda moradia de veraneio", diz Judice Araujo.

A empresa é a afiliada no Rio da Christie's Great Estates, braço imobiliário da casa de leilões que entrou no Brasil em 2007. No ano seguinte foi a vez da Sotheby's International Realty, da casa de leilões rival, também britânica, que estabeleceu escritório em São Paulo. A entrada de ambas no mercado nacional reflete o maior interesse internacional por imóveis de alto padrão no País. Mas seu crescimento vem sendo impulsionado pela demanda interna, afirma o diretor da SIR no Brasil, Fábio Rossi, que tem planos de triplicar as vendas da empresa nos próximos três anos, a partir da descentralização.

A empresa atualmente tem escritórios em São Paulo e Porto Alegre. Nos próximos três anos, a meta é abrir escritórios em 15 cidades de médio porte no Brasil. "Vamos para 15 cidades com população acima de dois milhões de habitantes, nas quais identificamos potencial de mercado para esse segmento. A nossa meta é ter vendas da ordem de R$ 1 bilhão no Brasil nos próximos três anos", diz Rossi.

A empresa vem apresentando crescimento de 15% ao ano, diz Rossi, e 95% das vendas são para brasileiros. Mas o interesse de compradores estrangeiros no País vem aumentando, diz Rossi, que acredita que o mercado de luxo no Brasil caminha para uma maior internacionalização. "Em cidades como Nova York, Milão e Londres, os estrangeiros chegam a representar 30% do mercado, o que mostra que temos um grande potencial de crescimento no Brasil", diz.

De acordo com Rossi, a procura de imóveis de alto padrão aumentou também entre investidores, tendência que atribui às turbulências na economia mundial após a crise financeira de 2008. "O mercado imobiliário se mostrou como o lugar mais seguro e como o melhor investimento. Algumas ações viraram pó, o imóvel não. O imóvel bem localizado, de luxo, subiu de preço. Todo mundo fala que o mercado imobiliário americano está caindo, mas em Nova York, em frente ao Central Park, os preços continuam subindo. A Grécia está quebrada, mas o imóvel de luxo lá está mais caro", exemplifica.

Descentralização

Rio e São Paulo são os principais mercados para empreendimentos milionários, mas o aumento da procura no Nordeste tem sido substancial, afirma Francisco Próspero, diretor executivo da In's no Brasil. A empresa portuguesa atua no Nordeste há dez anos, com sede em Fortaleza, e em 2010 tornou-se afiliada da Christie's Great Estates. O faturamento vinha crescendo em 20% ao ano, e no ano passado superou os 30%.

Até três anos atrás, Próspero diz que o público-alvo da empresa eram sobretudo europeus, como alemães, ingleses, italianos e nórdicos. Hoje, os brasileiros ultrapassaram os estrangeiros e são responsáveis por cerca de 60% das vendas da empresa. "Com o crescimento da economia no Brasil, as pessoas aqui estão com uma maior capacidade financeira, ao contrário do que ocorre na Europa, dado o contexto internacional da economia", diz. "São compradores do Nordeste, São Paulo, Brasília, Pará, tanto pessoas que compram como uma segunda residência para passar férias ou como um investimento", diz.

De acordo com Próspero, o portfólio da In's tem cerca de 250 imóveis de alto padrão nos Estados que representa – Ceará, Maranhão, Piauí e Pará. "São coberturas com piscinas nas capitais, apartamentos de mil metros quadrados em condomínios de luxo com vista para o mar, casas de praia, fazendas de recreio com cavalos e lagos", exemplifica. Os preços dos imóveis de alto padrão nesses Estados variam de R$ 1 milhão a R$ 8 milhões, estima Próspero. Já no Rio, o patamar é bem mais alto.

No Rio e em São Paulo, o valor dos imóveis é puxado para cima pela falta em bairros cobiçados onde não há espaço para novas construções e escassos lançamentos imobiliários. Mas a alta de preços não assusta as empresas que atuam no setor. Afiliada da Christie's em São Paulo, a Coelho da Fonseca teve crescimento de 35% em 2011 e tem meta de crescimento de 50% para este ano. Segundo Fernando Sita, diretor geral de vendas da Coelho da Fonseca, a redução da taxa de juros e o maior acesso a crédito também vem estimulando a compra de imóveis pela classe AA. "Há quatro anos era impensável você vender um imóvel de alto padrão financiado, mas hoje isso está se tornando uma coisa habitual. O rico opta por comprar um imóvel caro, mas fica com seus recursos em mãos para ter liquidez, e pega um empréstimo de 70% ou 80% do valor", diz.

Fonte: Terra

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Construtoras repensam condomínios e imóveis para atrair mais público idoso

Fonte: Folha de São Paulo

O envelhecimento da população brasileira também está movendo o mercado imobiliário. Se já tinham opções de lazer para crianças e adolescentes, os novos condomínios agora trazem facilidades para idosos. Foi a partir de uma experiência na Pompeia (zona oeste em São Paulo), em 2008, que a Tecnisa desenvolveu o projeto focado nos mais velhos.

A intenção era fazer um condomínio para recém-casados, mas as vendas revelaram que 15% dos compradores tinham mais de 55 anos.

Para desenhar os novos empreendimentos, a empresa reuniu geriatras e especialistas em design universal, que pensa imóveis para garantir acesso a quem tem movimentos limitados.

As alterações para esses novos projetos acontecem dentro dos apartamentos e nas áreas comuns. A instalação de interruptores mais baixos e tomadas mais altas para diminuir o esforço para se movimentar e o uso de maçanetas em forma reta amenizando a abertura das portas são algumas das mudanças.

Nos espaços do condomínio, escadas das piscinas foram construídas em alvenaria e com corrimão e até o porcelanato, usado em diversos lançamentos, foi substituído.

“Trocamos por madeira porque, com o porcelanato, a luz refletia no chão e podia provocar acidentes”, diz a gerente de projetos da Tecnisa, Patrícia Valadares.

Com o conceito, foram lançados dez prédios no bairro do Marapé, em Santos (72 km de São Paulo), cidade litorânea com maior porcentagem de idosos no Brasil.

Uma das compradoras é a secretária executiva Elizabeth Henriques, 59, que se mudará para o litoral com o marido quando se aposentar. “Esperamos ter vizinhos da nossa faixa etária. Gostamos de prosa, mais ainda com pessoas da mesma idade.”

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ÍNDICE DO SETOR IMOBILIÁRIO COMEÇA 2012 COM VALORIZAÇÃO

Dando sinais de uma possível recuperação do setor de construção civil em 2012, o Índice Imobiliário (IMOB) da BM&FBovespa registrava valorização acumulada de 5,21% até ontem, aos 788 pontos.

O índice, que serve para medir o desempenho das empresas relacionadas também à intermediação imobiliária e à exploração de imóveis, fechou o ano de 2010 aos 1.036 pontos, enquanto finalizou o ano passado com 749 pontos.

Para Eduardo Dias, analista da Omar Camargo Investimentos, o mercado de construção deve viver um ano mais tranquilo. "Tivemos muitos lançamentos em 2011 e para este ano, ocorre o período de maturação, com compra de material de acabamento. Vale destacar também que o mercado segue aquecido, com o aumento da massa salarial e do salário mínimo", analisou.

Na visão de Dias, os preços dos imóveis não devem sofrer grandes alterações em 2012, afetando pouco as estimativas das incorporadoras. "O crescimento dos valores de venda deve arrefecer. Não vejo espaço para quedas acentuadas. O mercado brasileiro já foi em parte atendido e hoje com o crédito mais fácil, a tendência é que setor siga no mesmo padrão de expansão", completou.

Na atual carteira do IMOB, o maior peso fica dividido entre BRMalls (17,727%) e PDG Realty (17,332%). A composição deve sofrer alterações apenas em abril.

IMOB – ÍNDICES DE FECHAMENTO EM PONTOS

Fonte: Brasil Econômico

 

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Preço médio do um-dormitório em São Paulo é de R$ 398 mil

Fonte: Folha de São Paulo | Arte: Folha

Para quem procura morar sozinho em 2012, São Paulo é uma cidade com muitas opções de apartamentos de um dormitório. Só neste ano foram 4.499 unidades novas, segundo levantamento da Geoimovel.

Com a valorização média de 23% nos lançamentos da cidade de São Paulo entre os nove primeiros meses do ano comparados aos novos do mesmo período do ano passado, o metro quadrado do um-dormitório alcançou os R$ 8.250 na cidade de São Paulo. O valor médio da unidade chegou a R$ 398 mil.

Nos distritos do Itaim Bibi (zona oeste) e Consolação (centro), o metro quadrado ultrapassou os R$ 10 mil. A maioria desses imóveis são “studios” ou quitinetes, com área entre 33 m² e 47 m². O preço médio da unidade no Itaim Bibi é de R$ 593 mil, enquanto na Consolação chega aos R$ 396 mil.

Os menores preços da cidade estão nos distritos do Ipiranga (R$ 246 mil) e do Cambuci (R$ 140 mil). Ali a maioria dos apartamentos mede entre 31m² e 39 m².

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Brasil: imóveis de luxo estão em alta

Veja reportagem da Band.

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A construção civil em 2011 e 2012 – por Milton Bigucci

Fonte: www.portalvgv.com.br

O ano de 2011 foi positivo para a construção civil. Lançamentos e vendas foram bem. No último trimestre, as empresas e o mercado puseram o pé no freio, por causa das influências pessimistas da crise europeia. Graças a bases sólidas institucionais e boas normas reguladoras o mercado tem sido otimista. O instituto da Alienação Fiduciária, no lugar das burocráticas hipotecas, reduziu a inadimplência em 2011 para apenas 1,4%. Com as hipotecas eram 10%. O crédito imobiliário representa 5,4% dos créditos dos bancos, ultrapassando o financiamento de veículos, mas ainda é pequeno (4,6% do PIB) se comparado a outros países como o México, por exemplo (12,5% do PIB).

Há recursos para financiamento como nunca houve. Em 2011 os financiamentos chegaram a R$ 80 bilhões e o FGTS a R$ 30 bi. No Grande ABC só a Caixa Econômica Federal financiou mais de R$ 1 bilhão até setembro. Números excelentes com recordes absolutos.

A restrição de verticalização em algumas cidades só terá efeito daqui a dois anos. Esses limites de altura não podem baixar o crescimento das cidades. O adensamento nos grandes centros é tendência, evitando o deslocamento das pessoas da periferia para o centro e vice-versa. A habitação popular deve ser incentivada com subsídios. A construção civil gera emprego, renda e habitação. Cumpre o seu papel. O que falta é aplicar verbas públicas em transporte coletivo. Não podemos combater as fábricas de autos porque prejudicam o trânsito. Nem a construção civil por produzir habitação. Pelo contrário, devemos incentivá-las e planejar melhor.

Para 2012 os preços dos imóveis novos deverão ficar estáveis. O preço de terreno não baixa, a mão de obra também não (nunca o empregado da construção civil ganhou e produziu tanto). No material pode haver alguma queda. A burocracia continua encarecendo o imóvel. Os tributos afetam, e muito, o custo da obra. Precisam ser revistos. O mercado residencial está caminhando cada vez mais para a média e baixa renda. O mercado de escritórios tem muito potencial de crescimento nas regiões metropolitanas. Lastreado em bases sólidas, o mercado imobiliário, após período de acomodação, voltará a crescer. Ajuste necessário e salutar para o bom desenvolvimento. Um excelente 2012 a todos.

* Milton Bigucci é presidente da Construtora MBigucci, presidente da Acigabc, diretor do Secovi para o Grande ABC e integrante do Conselho Consultivo Nato do Secovi-SP e da Academia de Letras da Grande São Paulo.

 

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Mercado de moradias

Diário do Nordeste / CE

O lançamento do programa de moradia recupera a indústria da construção civil, até então mergulhada na estagnação desde o desmantelamento do Sistema Financeiro da Habitação, ocorrido no fim da década de 1980. O mercado habitacional tem peculiaridades características de uma indústria de transformação, envolvendo a estrutura fundiária e a cadeia de fornecedores dos materiais de construção, madeira, tintas, louças, ferragens, elétrico e hidráulico. Além do mais, emprega mão de obra intensiva, da especializada aos trabalhadores braçais, utilizados na limpeza dos canteiros.

O desmonte repentino do SFH paralisou os financiamentos da casa própria, levando mais de duas décadas para retomar o vigor registrado, agora, mensurado pela falta de pessoal para tocar as obras contratadas para atender às demandas da população carente de moradia. A primeira fase do programa, relativa aos financiamentos, bastou para reaquecer o setor que se consolidava.

Pelo visto, a tendência é por um longo período produtivo, diante das carências levantadas pelo IBGE, a partir do Censo de 2010. Atualmente, 11,4 milhões de brasileiros, o correspondente a 6% da população, vivem em favelas denominadas pela agência oficial de estatísticas como aglomerados subnormais.

Assim, favela é um conjunto constituído de, no mínimo, 51 unidades habitacionais (casas, barracos, palafitas), carentes de serviços públicos essenciais, como água tratada e esgotamento sanitário, ocupando terreno alheio, de forma desordenada e densa. À época do Censo, essas frágeis habitações representavam 3,2 milhões de domicílios, a metade deles concentrada no Sudeste.

Problemas como o da moradia de qualidade têm, portanto, a dimensão do País com o agravante de crescer em ritmo bem acentuado, quando comparado com a construção das residências populares. Na última década, o número de habitantes dessas áreas carentes cresceu 75%, enquanto a taxa de aumento demográfico foi de 12,3%.

O governo tem viabilizado o acesso a essas moradias, combinando o rendimento de interesse social (baixa renda) com os subsídios oficiais. A fórmula representa outra maneira de redistribuir a renda entre os grupos mais necessitados, amarrando a posse dos contratos, de tal modo a evitar a reinvenção do mercado negro da casa popular.

Na execução do Minha Casa, Minha Vida não faltaram os expedientes conhecidos de supervalorização dos preços dos terrenos desocupados, de construções em áreas inadequadas, de baixa qualidade das habitações e do pouco zelo dedicado por um grupo minoritário de construtoras aos imóveis populares.

Vícios desse porte não deveriam mais aparecer, porque eles constituem retrocesso no programa, prejudicando, em primeiro lugar, o mutuário retirado de áreas de risco. Além disso, prejudicam os construtores civis preocupados com o conceito ético de suas empresas. Nesse esfoo governamental, não cabem mais as espertezas do passado.

Outra questão latente nos empreendimentos diz respeito à falta de infraestrutura básica e de equipamentos comunitários, como escolas e praças, fundamentais à vida em grupo e à evolução social das pessoas carentes de ações sociais complementares à moradia própria.

Dentro dessa boa perspectiva econômica, vale mencionar que uma pesquisa, divulgada neste ano, acaba de colocar o Brasil como o segundo melhor mercado imobiliário do mundo, situando-se atrás apenas dos Estados Unidos.

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MULHERES CONQUISTAM O MERCADO IMOBILIÁRIO

A atuação das mulheres no mercado imobiliário brasileiro tem sido destaque em muitas regiões. Apesar de, por enquanto, não haver nenhuma pesquisa sobre o assunto, é certo que qualidades singulares incrementam e ajudam o setor no fechamento de novos negócios. A lista de qualidades é grande e o atual cenário do mercado imobiliário evidencia este crescimento.
 
Na empresa de consultoria imobiliária de Ronaldo Antico Nunes, de Taubaté, as mulheres predominam: dos seis funcionários que fazem parte da empresa, quatro são mulheres. “Damos preferência as mulheres pelo destaque que ocupam no mercado, além da pró-atividade e seriedade que passam”, diz Nunes.
 
O empresário destaca o carisma feminino e a facilidade que elas possuem para se expressarem com os clientes. “Elas se esforçam mais no trabalho”, elogia Nunes.
 
Já em outra imobiliária em Pindamonhangaba, José Ersias é o único homem entre 17 mulheres. Ele brinca e diz que trabalhar entre tantas mulheres “é um sacrifício”. No entanto, destaca o ambiente de profissionalismo, respeito e colaboração.
 
Para a Corretora de Lançamentos, Juliana Beggiato, as mulheres possuem um faro mais apurado no tratamento com clientes. “Os clientes recebem um tratamento diferente”, diz a corretora.
 
Simone Costa Gonçalves, Supervisora de Vendas, destaca a versatilidade das mulheres em atender diversos públicos. “Quando atendemos outra mulher, por exemplo, nós conseguimos entender o que ela quer. Dúvidas como: Por que a cozinha tem que ser um pouco maior? Com esse conhecimento nós ajudamos nossos construtores a elaborar uma planta que seja funcional tanto para os homens quanto para as mulheres”, completa.
 
Para Frederico Marcondes César, Presidente do Secovi – Vale do Paraíba (Sindicato da Habitação), a ocupação feminina no mercado imobiliário pode ser a atribuída a procura de ambas as partes. Tanto das empresas, como das mulheres. “Elas estão ocupando espaço, primeiro, pelas experiências positivas dentro das empresas e, segundo, são atraídas pelos bons salários oferecidos”, comenta.
 
Segundo César, os cargos ocupados não se restringem apenas aos administrativos, mas também em canteiros de obras na construção civil. “Nos canteiros de obras temos arquitetas e engenheiras responsáveis pelo andamento dos trabalhos, instaladoras prediais e motoristas”, diz.
 
Para o também empresário do mercado imobiliário, as mulheres são mais focadas no serviço e menos negligentes. “Elas tendem a ter uma postura mais honesta dependendo da área onde atuam como, por exemplo, em serviços administrativos e na tesouraria”, completa.
 
Fonte: Valelar

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Pesquisa mostra que valorização dos imóveis no Brasil passou de 100%

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Brasil é o segundo melhor país para investimento em imóvel comercial

Nova York – Os Estados Unidos continuarão sendo a primeira escolha da maioria dos investidores do setor de imóveis comerciais em 2012, mas o país perdeu espaço para o Brasil, que se tornou o número dois, segundo uma pesquisa divulgada neste domingo.

Os imóveis comerciais no Brasil, com sua economia efervescente e seu ambiente mais seguro de investimentos se tornaram um ponto chamativo para investidores globais, segundo a vigésima pesquisa anual dos membros da Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis(Afire, na sigla em inglês).

São Paulo saltou da vigésima sexta melhor cidade para investir em imóveis no ano passado para a quarta em 2012.

Os EUA perderam espaço para o Brasil, com 18,6 por cento dos entrevistados afirmando que o mercado imobiliário brasileiro oferece a melhor oportunidade de valorização para seus investimentos em dólares.

Isso representa uma alta de 14,2 pontos percentuais, levando o Brasil da quarta para a segunda posição e fazendo a China cair para o terceiro lugar, mostrou a pesquisa.

Embora os EUA sejam a opção mais estável e segura em imóveis comerciais, investidores afirmaram que um aumento dos aluguéis e o crescimento da taxa de ocupação, assim como o fato de um imposto de 1980 sobre investimentos estrangeiros ter sido evitado, terão impacto mais significativo sobre suas decisões, diz a pesquisa.

A pesquisa destaca que os Estados Unidos ainda são muito almejados e foram o segundo país, depois da Grã-Bretanha, a atrair mais investimentos estrangeiros em 2011, segundo dados preliminares da Real Capital Analytics.

"O ponto baixo é que o país não promete muita valorização de capital, pois os maiores mercados já estão com preços altos", disse o presidente-executivo da Afire, James Fetgatter.

"Mas de nenhuma forma o Brasil substituirá os EUA, pelo menos não em um futuro previsível. O Brasil é considerado agora um lugar mais seguro para investir, onde você pode ter capital valorizado a um bom rendimento".

Os participantes da pesquisa da Afire detém mais de 874 bilhões de dólares em imóveis no mundo, incluindo 338 bilhões de dólares nos EUA.

Cerca de 42,2 por cento dos entrevistados pela pesquisa afirmaram que os EUA oferecerão a melhor oportunidade de investimento em 2012, uma queda em relação aos 64,7 por cento registrados na pesquisa do ano passado.

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Banco do Brasil vai aumentar o crédito imobiliário em 2012

O Banco do Brasil (BB) pretende reforçar a concessão de crédito imobiliário em 2012. O banco deve fechar 2011 com um estoque de R$ 7,7 bilhões em financiamento de imóveis, o que representa um aumento de 126% em relação aos R$ 3,4 bilhões de dezembro de 2010. Segundo o vice-presidente de Negócios de Varejo do BB, Paulo Caffarelli, ainda existe uma margem de R$ 5 bilhões para aumentar esse valor com recursos da poupança, podendo passar de R$ 12 bilhões no próximo ano."Passamos muitos anos sem ter financiamento imobiliário e ainda temos margem para crescer", disse Caffarelli, acrescentando que o País tem um déficit de 8 milhões de famílias sem casa própria.
 
Com o crescimento acentuado, o BB conquistou a quinta posição em financiamento imobiliário no País, ultrapassando o HSBC, e atrás da Caixa Econômica, Itaú Unibanco, Santander e Bradesco. A expectativa é passar para a terceira posição até o fim de 2013.Em 2011, o banco atingiu a marca de 57 milhões de clientes. Segundo Caffarelli, 18 milhões têm cadastro pré-aprovado, dos quais 13 milhões têm propensão a tomar crédito. No entanto, apenas 5 milhões tem operações com o BB.Entre algumas razões para uma adesão ainda baixa estão a falta de informação sobre os programas e as taxas praticadas pelo banco e o atendimento.
 
Para suprir essa questão, a estratégia estabelecida pelo banco é focar mais no relacionamento com seus atuais clientes, criando uma espécie de "fidelidade". O foco não estará na aquisição de novos clientes."O crédito imobiliário é o maior produto fidelizador", disse Caffarelli, explicando que ao adquirir um financiamento para a compra da casa própria o cliente chega a ficar mais de 20 anos ligado ao banco por uma única operação.Além do crédito ao comprador, o vice-presidente disse que o banco também começa a ampliar a concessão de financiamentos a construtoras, que atualmente representam apenas 20% do valor operacionalizado. Segundo ele, 2,3 mil construtoras já estão cadastradas e 800 têm limite de crédito. Para justificar o potencial de aumento dos empréstimos nessa área, Cafarrelli diz que o banco tem mostrado aos clientes "agilidade e velocidade na liberação de crédito imobiliário".

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Faria Lima: mais 452 mil m² liberados para novos prédios

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou nesta quinta-feira (15), em segunda discussão, o projeto de lei 425/2011, do prefeito Gilberto Kassab (PSD), que autoriza a Prefeitura a emitir quase 500 mil Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepacs)* no âmbito da Operação Urbana Faria Lima, por 40 votos a favor e 11 contra. Pelo projeto aprovado, 452 mil metros quadrados poderão ser adquiridos por incorporadoras que quiserem construir novos empreendimentos em uma das regiões mais cobiçadas pelo mercado imobiliário.

“Sobraram metros quadrados na região, mas não tínhamos mais Cepacs para vender. O que for arrecadado agora será investido em melhorias dentro do próprio perímetro da operação”, argumentou o secretário municipal de Planejamento, Rubens Chammas, que espera fazer o leilão dos novos Cepacs ainda até o fim deste ano. “Não estamos criando metros a mais, apenas estamos criando mais Cepacs para vender o que já existe”, afirmou o secretário.

No último leilão da operação, em 25 de maio de 2010, cada Cepac foi comercializado por R$ 4 mil, valor considerado até baixo nos dias de hoje, pela demanda do mercado.

Os Cepacs aprovados visam o segmento residencial, que possuem disponibilidade de m² para construção. Para imóveis comerciais o estoque é quase nenhum – exceto no setor da Hélio Pelegrino, que ainda tem 116.723 m². Os preços dos imóveis corporativos, na região da Faria Lima, Pinheiros e Olimpíadas, portanto, continuarão em alta. Já os novos residenciais que serão lançados deverão ter uma estabilidade moderada.

Veja abaixo o quadro resumo, da Secretaria Municipal de Urbanismo, com a disponibilidade da Operação Consorciada Faria Lima, em 21/10/2011.

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Torres comerciais de alto luxo à vista no Porto do Rio

O Dia / RJ, Christina Nascimento

Multinacional conhecida por grandes investimentos fechou acordo para construir imóveis de padrão internacional

O Porto do Rio vai ganhar torres comerciais de nível 'triple A' — empreendimento de luxo de padrão internacional —, raro na cidade. Nesta segunda-feira, a Caixa Econômica Federal fechou acordo com a multinacional Tishman Speyer para a construção. A empresa de investimento de fundo imobiliário é conhecida por grandes obras, como o Rockefeller Center e o Hearst Tower, em Nova York (EUA).

"Serão escritórios de alto padrão. Ainda não definimos o início das obras, mas há expectativa para as Olimpíadas", afirmou o presidente da Tishman Speyer no Brasil, Daniel Cherman.

Na Zona Portuária do Rio, também deverão ser erguidas pelo menos mais três torres, planejadas pelo estado, sobre a Rodoviária Novo Rio.

No seleto grupo de arquitetos da Tishman Speyer, está o inglês Norman Foster, que assina o Parlamento alemão e o Aeroporto Internacional de Pequim, na China. Para o presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto, Jorge Arraes, a negociação com a Tishman Speyer foi um marco: "A empresa é internacional e com capacidade de investimento. Vai ancorar e atrair outros empreendimentos".

Valor em sigilo

Para construir no Porto, a multinacional comprou da Caixa Econômica Certificados de Potencial Adicional (Cepacs), que dão direito de novas construções na região.Não foram informados valores e a área negociada.

O Fundo de Investimento Imobiliário Porto Maravilha, da Caixa, detinha todos os 6,4 milhões Cepacs arrematados da prefeitura em um só lote por R$ 3,5 bilhões. A expectativa é a CEF repasse R$ 8 bilhões à Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto, ao longo de 15 anos, para financiar obras na região.

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Piaui ganha nova forma de investimento imobiliário

180 Graus / PI

Com o aquecimento do mercado imobiliário, o piauiense vai ganhar uma nova forma de investir

Com o aquecimento do mercado imobiliário, o piauiense vai ganhar uma nova forma de investir em imóveis com segurança e alta rentabilidade. É o InvestiFácil Imóveis, que será lançado no próximo dia 14, quarta-feira, no Hotel Metropolitan, e conta com a assinatura e a credibilidade da Econométrica Investimentos, do consultor Rafael Fonteles.

O produto promete revolucionar o mercado imobiliário e financeiro do Piauí, atraindo novos investidores, que, através de uma Sociedade em Conta de Participação (SCP), vão poder financiar a construção de grandes empreendimentos imobiliários. Cada cotista receberá, após a construção e venda das unidades imobiliárias, o dinheiro investido com uma excelente rentabilidade.

Segundo estimativas da equipe da Econométrica Investimentos e tendo com base estudos realizados em empreendimentos semelhantes, lançados nos últimos dois anos, a rentabilidade projetada (estimativa) para a primeira SCP da InvesteFácil Imóveis é de 2,39% a 3,26% ao mês. Rentabilidade esta já descontando todos os custos do projeto, exceto os impostos. Esse excelente retorno é possibilitado por três fatores: o custo da construção é menor do que o valor de venda das unidades prontas; há expectativa de valorização imobiliária na área escolhida para o projeto; os aportes são diluídos ao longo do tempo.

A primeira SCP da InvesteFácil Imóveis vai incorporar um empreendimento imobiliário que será construído na zona leste de Teresina, em uma área de 10.000 m², e será um condomíio fechado de apartamentos com três quartos, elevador e uma ampla área de lazer.

Para fazer parte da InvesteFácil Imóveis, você só precisa adquirir uma das 960 cotas da SCP, cujos aportes serão parcelados em 25 meses. Os primeiros investidores-cotistas terão direito a um valor diferenciado, subsidiado pela construtora contratada.

SOBRE A ECONOMÉTRICA INVESTIMENTOS
A Econométrica Investimentos é uma empresa piauiense criada em 2008 e especializada em investimentos em renda fixa e renda variável tendo realizado assessoria a mais de 500 investidores locais. O seu sócio majoritário é o Prof. M.Sc. Rafael Tajra Fonteles, doutorando em economia pela FGV-RJ e comentarista econômico da TV Clube (afiliada da Rede Globo).

PARCERIAS
A InvesteFácil Imóveis é uma modalidade de investimento no mercado imobiliário desenvolvida pela Econométrica Investimentos e que será a responsável pela administração da sociedade. Todos os contratos serão auditados pelo Advogado Sigifrói Moreno e a construção ficará a cargo da Construtora Fontana.

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Boom imobiliário em Santos valoriza até prédio torto na praia

 

A constante valorização de apartamentos não se restringe somente aos grandes empreendimentos de luxo, que estão sendo erguidos em Santos (litoral de São Paulo). Os famosos "prédios tortos", na orla da praia, mesmo com esse problema estrutural, chegaram a valorizar até 75% nos dois últimos anos.

Os prédios tortos chamam atenção pela inclinação acentuada. Na época de sua construção, principalmente nas décadas de 40, 50 e 60 do século passado, as fundações usadas eram pouco profundas. Por causa do solo da cidade, os alicerces foram cedendo, e eles ficaram inclinados. Segundo a prefeitura, há mais de 90 prédios nessa situação. Foram perdendo valor de mercado porque as pessoas não queriam comprar um apartamento nesses locais.

No entanto, o boom imobiliário da cidade, estimulado principalmente pelo petróleo do pré-sal, vem fazendo com que até esses prédios sejam valorizados.

O edifício Maembi, no bairro do Embaré, de classe média, é um dos que apresentam mais desalinhamento, com 1,18 m de desaprumo. Um apartamento de dois dormitórios, com 100 metros quadrados, há dois anos custava cerca de R$ 140 mil e atualmente está na faixa de R$ 230 mil, uma alta de 64%.

Preço de imóveis em outros pontos chega a dobrar

Para o corretor imobiliário Edmar Ribeiro Soares, que está no mercado há 42 anos, essa é a melhor fase de venda de imóveis na região. "Atualmente, as imobiliárias próximas à orla da praia estão vendendo de cinco a sete apartamentos por mês, e a tendência é que o mercado continue aquecido".

Ele também cita outros prédios tortos, no bairro do Boqueirão, em que um apartamento de 110 metros quadrados estava à venda há dois anos por R$ 140 mil e hoje custa R$ 245 mil, variação de 75%.

Para se ter uma idéia da valorização que acontece em Santos nos últimos anos, o delegado do Conselho Recional de Corretores de Imóveis (Creci) na Baixada Santista, Carlos Ferreira, cita um empreendimento no bairro do Gonzaga, uma região de alto padrão. No lançamento, há dois anos, estava à venda por R$ 380 mil. Hoje custa cerca de R$ 750 mil, quase o dobro.

A valorização se estende a outros pontos da cidade. Um apartamento no bairro de classe média da Pompéia custava R$ 550 mil no lançamento, um ano atrás, mas agora vale R$ 980 mil, uma alta de quase 80%.

Um sobrado em um condomínio do Marapé, bairro de classe média baixa, dois anos atrás, valia R$ 230 mil, mas hoje em dia está em R$ 350 mil, mais de 50% de ganho.

Prédios comerciais também se valorizam, dizem corretores

Essa alta nos preços dos imóveis se estende também aos conjuntos comerciais. "Um empreendimento comercial no Boqueirão, em uma das avenidas mais movimentadas de Santos, no lançamento era vendido pelo preço de R$ 240 mil. Atualmente, dois anos depois, custa cerca de R$ 380 mil, quase 60% de elevação. A valorização dos imóveis de alto padrão é de quase 27% ao ano", afirma Ferreira.

Em outra imobiliária de Santos, a corretora Cristina Baroni diz que as vendas estão mesmo em alta e também constata a valorização. "Num prédio com vista para o mar, no canal 5 (área de classe média), um apartamento de dois dormitórios com garagem custava cerca de R$ 160 mil há um ano. Hoje estão querendo vender por R$ 280 mil [75% a mais]".

Para o delegado do Creci, alguns fatores ajudam para que o preço dos imóveis continue subindo. "A descoberta do petróleo na camada de pré-sal, as obras de ampliação do porto de Santos, o projeto de ponte para ligar Guarujá e Santos e o projeto do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), entre Santos e São Vicente deram um impulso no mercado imobiliário da região. Se tudo isso sair do papel, nos próximos anos, teremos um boom imobiliário com crescimento constante não só em Santos, mas em todas as cidades da Baixada Santista."

Samantha Valdívia
Especial para o UOL Economia, em Santos

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Dilma: 60% do Minha Casa, Minha Vida será para baixa renda

A presidente Dilma Rousseff disse nesta segunda-feira que, a partir de 2012, 60% das moradias do programa Minha Casa, Minha Vida serão destinadas a famílias de baixa renda – que recebem até R$ 1,6 mil. A previsão do governo é que 1,2 milhão de unidades sejam entregues a essa faixa da população brasileira.No programa semanal Café com a Presidenta, Dilma apresentou um balanço do Minha Casa, Minha Vida em 2011. Segundo ela, foram assinados 354 mil contratos para a construção de moradias.

O levantamento indica ainda mais de 500 mil casas e apartamentos em fase de construção e mais de 400 mil obras concluídas este ano. Na primeira fase, o programa contabilizou 1,5 milhão de moradias.Para a segunda fase do Minha Casa, Minha Vida, estão previstos investimentos de R$ 125,7 bilhões para a construção de 2 milhões de casas e apartamentos até 2014."Os investimentos na construção civil beneficiam a todos nós porque esse é um setor que gera muitos empregos. Ele ajuda a manter o mercado de trabalho aquecido, mesmo com a crise econômica internacional que está afetando os Estados Unidos e os países da Europa", disse a presidente. Segundo ela, mais de 309 mil postos de trabalho foram gerados este ano no setor.

Fonte:Terra / Com informações da Agência Brasil.

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RS – Criatividade é a nova arma para vender imóveis na Capital

(Jornal do Comércio – RS – Porto Alegre/RS – PÁGINA INICIAL – 28/11/2011)

Mayara Bacelar

Oferecer um bom imóvel, com ampla infraestrutura, equipamentos de lazer e uma boa campanha de divulgação na TV, fôlderes e classificados. A fórmula que até certo tempo atrás garantia uma boa visibilidade e a captação de clientes aos empreendimentos imobiliários já não é suficiente. Para arrematar a preferência dos compradores em um mercado aquecido e ao mesmo tempo acirrado, incorporadoras, construtoras e imobiliárias estão inventando e inovando na maneira de projetar e comunicar sobre o lar de moradores em potencial.

Uma tendência que vem ganhando força em Porto Alegre e já pode ser vista em alguns lançamentos é a flexibilidade da planta. A Construtora Rotta Ely apostou no conceito para o empreendimento Simple, em lançamento no bairro Higienópolis. Com foco nas mudanças na composição da família brasileira, a empresa disponibiliza dez possibilidades de planta, passando por lofts até a escolha do número de dormitórios. O diretor da companhia Pedro Rotta Ely explica que a estratégia visa a alcançar diferentes públicos em um único local. "Procuramos atender desde solteiros até pequenos núcleos familiares porque há uma tendência em morar perto do trabalho e com múltiplas conveniências", diz o executivo.

Além de deixar nas mãos dos clientes a escolha da planta, a Rotta Ely investiu em uma estratégia de divulgação pouco convencional. A empresa colocou nas ruas de Porto Alegre uma vitrine móvel, que consiste em um baú com paredes de acrílico montado na carroceria de um caminhão. Dentro dele, um espaço decorado com os mesmos conceitos empregados no Simple. A vitrine já passou por parques e avenidas movimentadas da Capital. Além de percorrer as ruas, a vitrine se abre para que promotoras e corretores apresentem o empreendimento ao público. "Procuramos não tratar os empreendimentos da mesma forma, tanto na concepção quanto na forma de comunicar e promover", argumenta Ely.

Buscar a diferenciação é fator apontado por agentes do setor como a única saída para continuar conquistando a preferência do público. Foi pensando nisso que a Uma Incorporações idealizou o Marquis Moinhos. Localizado em uma das áreas mais nobres da cidade, o empreendimento de alto padrão foi projetado para – além das plantas mais tradicionais – dar a duas famílias a possibilidade de viver em um ambiente similar a uma casa, mas com as facilidades condominiais e a segurança de um edifício. Os projetos do primeiro andar e da cobertura diferem das demais do condomínio. O primeiro pavimento, chamado Garden, é composto do ambiente interno, com direito a espaço gourmet dentro do apartamento, além da ampla área de lazer externa. A cobertura é um apartamento duplex, com a área social no andar mais baixo e quartos no andar superior, a fim de dar mais privacidade aos moradores.

"A diferenciação é fundamental, pois as pessoas passam a valorizar o produto; caso contrário, vira uma commodity e nós não queremos nem podemos ser, então precisamos nos diferenciar", alega o diretor da Uma Incorporações, Antônio Ulrich. Ele explica que os pilares da companhia são justamente buscar áreas excepcionais da cidade, investindo em acabamento e materiais de qualidade superior à maioria do mercado. Como resultado: imóveis milionários que contemplam opcionais fora do mercado usual, caindo no gosto do público-alvo da empresa.

Sala com exibição de vídeo em 3D garante resultado
Para prender a atenção dos clientes, a Brookfield, de São Paulo, realizou uma ação tão inovadora que atraiu os olhos desde trabalhadores dos canteiros de obras até profissionais da concorrência. Recentes lançamentos da companhia nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Curitiba ganharam um plantão de vendas especial, com a instalação de uma sala de exibição em 3D que realizava um passeio pelos empreendimentos.

Todos os detalhes foram pensados, desde a área externa, os espaços de lazer, os cômodos do apartamento e até a vista para a vizinhança. "Essa foi uma apresentação do produto que ninguém havia feito, e o resultado foi muito positivo não só em vendas, mas gerou uma impressão muito boa na empresa", explica o superintendente de incorporações da Brookfield em Curitiba, Daniel Xavier. O executivo acrescenta que a companhia sempre se posicionou na vanguarda, e que essas ações sempre resultam em maior valor de marca e produto.

No caso do cinema em 3D, o desenvolvimento foi mais trabalhoso e também mais caro – o dobro do investimento usualmente despendido em uma estratégia promocional comum – mas gerou mídia espontânea, um volume de visitação maior e efetivação de vendas, já que os clientes tiveram acesso a uma demonstração mais fidedigna do produto adquirido.

Palestras e coquetéis recrutam consumidores
Não só as construtoras e incorporadoras apostam em novos métodos para atrair clientes. A Imobiliária Rial também vem desenvolvendo ações diferenciadas para ganhar competitividade. Além de querer ganhar mercado, a empresa inova em busca da própria sobrevivência e renovação, já que atua em um mercado onde players maiores e até de nível nacional são fortes concorrentes.

O diretor de lançamentos Mateus Facchin revela que são realizados coquetéis, "arrastões" em praças, onde corretores demonstram as ofertas da empresa para quem está passeando, e até palestras, com foco em investimentos imobiliários. "Estamos buscando levar a oportunidade até o nosso cliente, seja ele morador ou investidor", afirma. "Primeiramente, o foco é chegar até o cliente, independentemente da concorrência", completa o dirigente.

Facchin ressalta, entretanto, que é preciso se aperfeiçoar para manter a sanidade e a vida de uma companhia nesse e em outros mercados. "Hoje, não só as imobiliárias, mas concessionárias de automóveis e outros empreendimentos, se não adotarem um trabalho ativo e agressivo, vão ficar para trás", sentencia.

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Santo André ganhou 18,4 mil aptos em 10 anos

37%
das residências em São Caetano são apartamentos. A taxa é uma das maiores do Estado. Em São Bernardo, a proporção é de 23,9%, e em Santo André, 17,7%

O sonho da casa própria,com quintal para o cachorro e sala espaçosa, deu lugar no ABC aos conjuntos residenciais com apartamentos menores, mas estrutura como churrasqueira e sala de ginástica. Dados do Censo 2010 mostram crescimento de 71,8% no número de apartamentos em comparação a 2000 e de apenas 7% nas casas no mesmo período.

Santo André foi o município que registrou maior verticalização na década passada. A cidade possuiaem 2000 19,8 mil apartamentos. Em dez anos, ganhou 18,4 mil novas unidades, alcançando 38,2 mil. O número de casas no período cresceu 6%, o equivalente a 9,9 mil residências. O empresário do setor imobiliário Aparecido Viana afirma que a falta de áreas na região fez com que a oferta de apartamentos fosse maior nos últimos anos.

“Com apenas uma casa por terreno, não há como fechar a conta. Além disso, as pessoas hoje querem viver em condomínios clubes. Nestes espaços há lazer e mais segurança”, disse. O coordenador do Inpes/ USCS (Instituto de Pesquisas da Universidade Municipal de São Caetano), Leandro Prearo, acredita, porém, que tantos novos condomínios podem trazer impactos negativos para a estrutura oferecida pela cidade.

“Já temos reflexos hoje no trânsito e transporte público. Na pesquisa que realizamos de satisfação dos moradores, estes dois aspectos têm pior avaliação que saúde, por exemplo”. Sem investimento público e novas regras para construção de prédios, o pesquisador afirma que a tendência é piorar. “O número de apartamentos continuará a crescer e a infraestrutura ficará no limite.”

Fonte: METRO ABC / Vanessa Selicani

 

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Empresas buscam estratégias para conquistar consumidoras

JE Online / SP

A mulher conquistou o mercado de trabalho, se qualificou e ganhou o poder decisão, sobretudo na hora das compras. De olho nessa tendência, empresas buscam estratégias para conquistar esse público exigente

Existe um famoso jargão masculino que diz: "A última palavra lá em casa é minha: 'sim senhora'!". E parece que essa brincadeira é mesmo uma realidade. Segundo dados do Data Popular, empresa especializada em pesquisas de mercado, publicada em agosto deste ano, o poder de decisão, sobretudo na hora das compras é delas. Em 86% dos casos, as mulheres decidem sobre o que o casal vai comer. Elas mandam também no planejamento das férias em 82% das situações. Na hora de escolher as roupas que o parceiro vai usar elas também dão a decisão final em 77% das vezes.

Com a profissionalização, as mulheres começaram a buscar mais conhecimento e qualificação. Com isso, elas se tornaram mais exigentes e detalhistas. Tanto é que muitas marcas, atentas a essa mudança de comportamento, usam a publicidade dos produtos com foco nesse público. Segundo Leandro Palmeira, diretor comercial da GIVE Imóveis, a mulher tem grande poder de influência sobre os homens na tomada de decisões. "Elas vêm conquistando independência e espaço tanto em casa quanto no mercado de trabalho", ressalta.

O profissional explica que esse poder de decisão delas fica bastante evidente quando o assunto é a compra da casa ou apartamento novo: "Dentro do negócio imobiliário, o homem em geral se preocupa mais em pagar as prestações. No caso das mulheres, a atenção aos detalhes é maior". Palmeira é incisivo ao afirmar que "hoje em dia, nas maiores conquistas de um casal, a mulher só irá bater o martelo se tudo estiver a favor delas".

Atenta a esse comportamento e buscando se adequar à nova realidade de mercado, a GIVE Imóveis tem uma estratégia que atende às necessidades das mulheres. "O foco do nosso atendimento é passar o máximo de confiança à mulher. Damos atenção e respondemos com a maior clareza possível todas as dúvidas delas", reforça o diretor da empresa.

Para ele, a abordagem ideal é aquela que pontua tudo aquilo que a mulher procura em um apartamento, como praticidade, segurança e área de lazer. "A maioria das mulheres trabalham fora e, por isso, buscam um imóvel prático para não perderem o tempo destinado ao descanso com organização e manutenção da casa", defende Palmeira.

A estratégia usada na GIVE Imóveis consiste em uma análise que começa com um mapeamento da condição socioeconômica do cliente. "Neste processo entendemos não só a necessidade da família, mas também o poder de compra. Uma forma de familiarização com toda a vida dos clientes. Assim, consultores conseguem indicar o melhor empreendimento que supra os desejos e também se encaixe na realidade financeira da família. Quanto mais rico em detalhes for esse processo, maior a probabilidade de aquisição do imóvel", detalha o diretor.

Todavia, Palmeira deixa claro que apesar de o poder de decisão na compra do imóvel ser da mulher, essa aquisição é do casal, portanto o homem não é excluído do processo. "Ambos participam do processo de atendimento e recebem a mesma atenção dos nosso profissionais", reforça.

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Classes C e B garantem aquecimento do setor imobiliário

O Povo / CE

A ascensão da classe D para C e a melhoria econômica da classe B (média/média alta) vem ocorrendo de três anos para cá e a velocidade de venda de empreendimentos para esse público varia de 15% a 20%, segundo o setor

O aquecimento nas vendas do mercado imobiliário local é atribuída a dois fatores, preponderantemente: a ascensão da classe D para C e a melhoria econômica da classe B (média/média alta).

Ricardo Bezerra, diretor executivo da Lopes Immobilis, cujo market share do mercado local é superior a 70%, com mais de 40 empreendimentos sendo lançados, diz que, de fato, a classe D passou a existir no mercado imobiliário local, pois está subindo na pirâmide social e porque passou a contar com o financiamento do programa Minha Casa, Minha Vida para aquisição da casa própria. "Isso vem ocorrendo de três anos para cá. Essa fatia de consumidores não existia para o setor".

Bezerra diz ainda que esse público não sonhava com uma casa própria decente. Agora, as construtoras estão oferecendo esse produto. "São condomínios-clube com quadras, piscinas, áreas verdes e muito mais. Só nós temos seis empreendimentos com esse perfil nos bairros de Messejana, Maraponga, Tirol e em Pacatuba e Maracanaú".

O executivo da Lopes Immobilis diz que a velocidade de venda de empreendimentos para esse público (um produto econômico assim como o carro popular) varia de 15% a 20%. Mas foi a classe B que deu à imobiliária, no terceiro trimestre deste ano, seu grande sucesso. "Lançamos no Papicu um condomínio Parque Clube que, com 30 dias, teve vendidos quase 600 apartamentos, restando apenas 10, a um preço médio de R$ 300 mil (4.300/m2). O bairro foi o que mais se valorizou nos últimos quatro meses, desde o anúncio da construção do shopping Rio Mar. Ele mudou a face do bairro", diz Bezerra.

Aquecido

O diretor-superintendente da imobiliária Alessandro Belchior, Germano Belchior, diz que o mercado continua aquecido em todos os segmentos de consumidores e que os empreendimentos oferecidos estão sendo bem vendidos em todos os bairros, principalmente naqueles que oferecem melhor infraestrutura e qualidade de vida aos moradores. "O momento da economia brasileira aquecida, com a progressão das classes sociais, gira a economia. Contribui também a maior facilidade de financiamentos bancários que atingem todas as faixas de imóveis, sem predominância", diz o empresário.

O Papicu também foi apontado por Germano Belchior como o que vem surpreendendo mais e registrando uma boa velocidade de venda. "Os terrenos são os mais procurados e com apartamentos que vendem mais rápido", assegura. As classes média e média alta são as responsáveis por esse incremento, que começou com o anúncio do novo shopping e da instalação de concessionárias de veículos.

ENTENDA A NOTÍCIA
O Índice de Velocidade de Vendas (IVV) mede a comercialização de imóveis no mercado, ou seja, a relação das vendas sobre as ofertas de imóveis novos e usados em Fortaleza e na região metropolitana.

Números

17%
foi o índice máximo de Velocidade de Venda de imóveis registrado em Fortaleza

64
bilhões de reais foi o que o Governo Federal investiu no programa Minha Casa, Minha Vida

Rebecca Fontes

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Google Think Real State

Fonte: MARKETINGIMOB.COM

Vejam que interessante os vídeos e a pesquisa realizada pelo Google em São Paulo, apresentadas no evento "Google Think Real State". São as últimas tendências referentes a busca de imóveis na internet. Para quem é do meio, vale a pena ver!

Google – Think Real Estate Brasil

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Homex no Brasil

Fonte: Valor Econômico

A maior construtora mexicana, Homex, pode expandir um projeto-piloto de 1.300 unidades no Brasil no ano que vem, afirmou ontem à Reuters o vice-presidente financeiro da empresa, Carlos Moctezuma. “Estamos analisando as diferentes oportunidades de expansão na região de São Paulo”, disse.

A Homex recentemente registrou na Securities and Exchange Commission (SEC) dos EUA um plano para levantar até US$ 100 milhões com a emissão de novas ações. A construtora poderá usar o dinheiro para ampliar suas operações no Brasil. Na primeira fase do projeto-piloto brasileiro, de 700 unidades, 65 por cento das moradias já foram vendidas, segundo Moctezuma. “O resultado do piloto foi muito bom”, disse. A Homex é especializada na produção em massa de residências vendidas por menos de 40 mil dólares.

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